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	<title>Arquivo para logistica - GS1 Brasil</title>
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	<title>Arquivo para logistica - GS1 Brasil</title>
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		<title>Inventário de estoque: como a tecnologia auxilia nessa gestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 11:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[inventário]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma empresa que não tem uma boa gestão no inventário de estoque pode ter diversos problemas financeiros que, em médio ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma empresa que não tem uma boa gestão no inventário de estoque pode ter diversos problemas financeiros que, em médio e longo prazo, vão comprometer o atendimento aos clientes e, desse modo, o funcionamento normal do empreendimento. Ou seja, não existe negócio que consiga resistir por um longo período sem ter um fluxo financeiro para suprir as despesas operacionais.</p>
<p>O gestor precisa considerar que o estoque de sua empresa é como um investimento, e não um gasto. Assim, é preciso melhorar esse processo logístico para evitar perdas, retrabalhos, excessos ou falta de mercadorias e reduzir falhas produtivas, insatisfação dos clientes e lutar contra a má qualidade de serviços.</p>
<p>Por isso, é importante adotar <a href="https://blog.gs1br.org/codigo-de-barras-online-o-que-e-e-como-funciona/">mecanismos inovadores</a> para aumentar a performance da gestão, a fim de que sua empresa esteja sempre à frente da concorrência. No post de hoje, vamos demonstrar como você pode melhorar sua administração com o auxílio das evoluções tecnológicas. Confira agora!</p>
<h2>Importância do inventário de estoque</h2>
<p>Inventário é uma prática que busca conferir no patrimônio se a lista dos produtos do negócio (registrada em um sistema ou em uma planilha, por exemplo), confere com a situação real. Ao falar sobre inventário de estoque, a intenção é saber se os itens registrados realmente estão presentes no estoque.</p>
<p>Em tese, não é difícil fazer um inventário: é só verificar a quantidade de mercadorias disponível no estoque e registrada e conferir se o número do que está lá é o mesmo do que consta no registro virtual, por exemplo.</p>
<p>Colocar esse processo em prática pode acabar se tornando difícil porque exige-se um controle maior de como e em qual ordem os itens vão ser analisados (como a utilização de classificação ABC, por exemplo), quem será o pessoal responsável por essa atividade e durante qual período deverá ser realizado.</p>
<h2>Uso da tecnologia na gestão de estoques</h2>
<p>Uma ótima vantagem em investir na automação é a melhoria dos processos na gestão de estoque. Assim, imagine o tempo que um <a href="https://blog.gs1br.org/melhores-praticas-para-o-gerenciamento-de-equipe-remota/">colaborador</a> perde se a cada pedido tiver que verificar manualmente se alguma mercadoria se encontra disponível ou mesmo em falta.</p>
<p>Agora pense em uma pequena indústria, com um fluxo bem alto de vendas, em que os funcionários não têm em mãos o inventário atualizado e em tempo real. Será difícil saber se determinado pedido pode ser atendido ou se novas vendas podem ser concretizadas, certo?</p>
<p>Isso explica por que é tão importante utilizar <a href="https://blog.gs1br.org/tecnologia-a-favor-da-pme-7-beneficios-da-transformacao-digital/">ferramentas tecnológicas</a> na gestão de estoque, pois isso garante que a sua empresa tenha itens disponíveis para atender à demanda. Com um gerenciamento eficiente, é possível otimizar sua produtividade, aumentar o retorno sobre o capital investido e diminuir custos que, muitas vezes, são supérfluos.</p>
<h2>Benefícios da gestão tecnológica do estoque</h2>
<p>Um controle de estoque bem-feito é capaz de ampliar a efetividade organizacional, reduzir os custos operacionais e, consequentemente, aumentar a possibilidade de lucro. Os mecanismos tecnológicos são fundamentais para que isso aconteça. Confira agora quais são os benefícios em adotá-los no inventário de estoque.</p>
<h3>Menos desperdício, mais lucro</h3>
<p>O desperdício é um grande problema, principalmente para quem atua no<a href="https://blog.gs1br.org/logistica-de-alimentos-4-dicas-para-otimizar-os-seus-processos/"> setor de alimentos</a>, por exemplo. Constantemente é necessário se desfazer de parte do estoque devido ao vencimento dos produtos.</p>
<p>Quem opta pelas ferramentas tecnológicas sofre menos com isso, uma vez que é possível realizar o controle das entradas e saídas de mercadorias por meio da data, evitando a perda de alimentos.</p>
<p>A organização do estoque pode ser realizada de forma a permitir que itens que estejam há mais tempo estocados sejam priorizados para a venda — assim há um aproveitamento da matéria-prima.</p>
<h3>Reposição eficaz</h3>
<p>A reposição de <a href="https://blog.gs1br.org/o-que-e-cadeia-de-suprimentos-e-por-que-ela-e-tao-importante/">mercadorias no estoque</a> é um contratempo para quem não faz uso da tecnologia. Afinal de contas, você precisa estar sempre pronto para atender às demandas do cliente. Com uma estocagem deficiente, sua empresa pode perder negócios importantes apenas pela falta de um item em suas prateleiras.</p>
<p>A tecnologia faz com que você controle o estoque de forma a saber quando algum produto está chegando ao fim e necessita de reposição. É possível também calcular a sazonalidade de cada área do estoque, com o objetivo de que você faça o seu orçamento de um modo mais direto, alocando a verba para compras nos períodos em que ela será mais necessária.</p>
<h3>Inventário de itens e registros corretos</h3>
<p>O inventário de estoque é uma das tarefas mais importantes dessa área, pois é por meio dele que se torna possível conhecer o montante de produtos estocados que pode ser comercializado.</p>
<p>Isso prova como é importante utilizar a tecnologia para fazer esse controle, pois por meio dela os funcionários responsáveis pela logística não precisam fazer o inventário de itens pessoalmente, anotando cada elemento do estoque. Trata-se de uma atividade extensa e sujeita a falhas.</p>
<h3>Melhora no atendimento ao cliente</h3>
<p>Imagine se um item que o cliente comprou online não puder ser entregue, por exemplo, em razão de alguma saída que não foi registrada no sistema? Essa situação se transformará em um trabalho a mais para a equipe de atendimento ao cliente. E o maior empecilho é quando essa situação não é mais pontual, e sim rotineira.</p>
<p>A mesma coisa pode acontecer em uma fábrica quando, depois de fechar um grande contrato, certifica-se no estoque que os itens com os quais se contava não se encontram mais disponíveis. Seria bastante custoso para a equipe de vendas ter que rescindir o contrato e devolver o capital ou, pior, adquirir matéria-prima com urgência e ter um aumento altíssimo nos custos. Além de tudo isso, ainda haveria um possível atraso na entrega.</p>
<p>Para garantir que o seu estoque tenha as mercadorias necessárias e para diminuir esse tipo de atrito que possa impactar sua relação com o cliente, tenha o hábito de conferir seu inventário de estoque constantemente.</p>
<p>Como você viu, os <a href="https://blog.gs1br.org/o-que-e-automatizacao-de-processos-e-quando-e-como-iniciar/">mecanismos</a> tecnológicos são importantes em qualquer negócio, mas quando se fala em estoque e logística eles são indispensáveis. Adote esses meios para aprimorar a integração de processos e otimizar as suas operações.</p>
<p>Gostou do nosso post sobre inventário de estoque? Então, que tal assinar nossa newsletter e receber postagens assim diretamente no seu e-mail?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Logística de alimentos: 4 dicas para otimizar os seus processos</title>
		<link>https://blog.gs1br.org/logistica-de-alimentos-4-dicas-para-otimizar-os-seus-processos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 10:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de alimentos cresce a cada dia e é fundamental que a logística de alimentos de sua empresa seja ... </p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/logistica-de-alimentos-4-dicas-para-otimizar-os-seus-processos/">Logística de alimentos: 4 dicas para otimizar os seus processos</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de alimentos cresce a cada dia e é fundamental que a logística de alimentos de sua <a href="https://blog.gs1br.org/empresa-em-referencia-de-mercado/" target="_blank" rel="noopener">empresa seja eficiente</a>. Esse segmento apresenta grandes desafios para quem atua na área e o caminho a ser percorrido por empresários em relação ao transporte e armazenamento precisa ser observado.</p>
<p>Manter a qualidade dos alimentos é muito importante. Contornar as dificuldades que existem e garantir que eles cheguem na casa dos brasileiros exige algumas práticas para otimizar todo o processo logístico.</p>
<p>Pensando nisso, preparamos este post para que você conheça algumas dicas de como proceder nesse setor. Confira agora!</p>
<h2>Principais cuidados desse processo logístico</h2>
<p>Para quem é responsável pelo fornecimento de alimentos, seguir as normas legais é uma obrigação, uma vez que eles devem ser entregues com total qualidade. Os alimentos estragados e fora do prazo de valide podem ocasionar sérios problemas à saúde como intoxicações e infecções.</p>
<p>Por isso é importante tomar <a href="https://blog.gs1br.org/o-que-e-cadeia-de-suprimentos-e-por-que-ela-e-tao-importante/" target="_blank" rel="noopener">alguns cuidados</a> para evitar a deterioração dos alimentos no decorrer dos processos de transporte e armazenagem. Confira agora alguns deles:</p>
<h3>Acondicionamento</h3>
<p>O modelo da embalagem escolhida é o primeiro fator a ser observado no momento em que os alimentos forem transportados, principalmente os perecíveis. Contudo, a expressão “embalagem” não se restringe apenas à caixa que guardará o alimento. Contêineres, contentores, paletes, tudo isso serve de acondicionamento na fase de <a href="https://blog.gs1br.org/centro-de-distribuicao-proprio/" target="_blank" rel="noopener">armazenagem</a> e transporte para o ponto de venda. As funções da embalagem se dividem em:</p>
<ul>
<li>primária: é aquela em que o alimento é empacotado e remetido ao varejo para o consumidor final;</li>
<li>secundária: é a bandeja ou o filme que acondiciona a primária, a fim de que ela chegue em boas condições nos locais de venda;</li>
<li>terciária: os contentores entram nessa categoria. Eles são responsáveis por unitizar as embalagens secundárias, além de facilitar o manuseio da carga nos processos que envolvem armazenagem e transporte;</li>
<li>quaternária: conhecidas como paletes padrão PBR, eles têm a função de unitizar as embalagens terciárias para o transporte;</li>
<li>quinaria: por fim, esse tipo de embalagem é usado para o transporte envolvendo contêineres refrigerados ou isotérmicos.</li>
</ul>
<h3>Armazenagem</h3>
<p>Os métodos de l<a href="https://blog.gs1br.org/como-fazer-uma-distribuicao-de-alimentos-eficiente/" target="_blank" rel="noopener">ogística de alimentos</a> que envolvem a armazenagem exigem bastante atenção. Isso pelo fato de que é nesse momento que eles são manuseados, o que amplia as possibilidades de ocorrer algum dano na embalagem. Por conta disso, devem ser totalmente adequadas as instalações físicas do armazém e os equipamentos:</p>
<ul>
<li>equipamentos: tudo que se relaciona aos processos de carga e descarga devem ser adequados para transportar os alimentos. Além disso, é preciso que os profissionais tenham o treinamento adequado;</li>
<li>instalações prediais: para o correto armazenamento, é fundamental que a temperatura ambiente seja ideal para preservar os alimentos. Também é necessário que o local seja higienizado para evitar riscos de contaminação;</li>
<li>estocagem: o espaço do armazém precisa ser ventilado. Por isso, em questão de alimentos, não se pode apenas priorizar o máximo de aproveitamento do espaço do armazém.</li>
</ul>
<h3>Transporte</h3>
<p>A fase do transporte para a logística de alimentos é a parte que pode ocorrer a maior vulnerabilidade por questões climáticas, manuseio, entre outros. Por isso que os gestores precisam criar estratégias para manter a preservação do alimento. Alguns fatores são importantes para isso como:</p>
<ul>
<li>embarque e desembarque: é essencial que os alimentos estejam paletizados a fim de que os processos de recebimento e expedição sejam efetivos. Isso por causa que as embalagens e os paletes fazem com que não haja contaminação ou choque externo;</li>
<li>transporte: contêineres e embalagens têm a função de diminuir qualquer variação de temperatura e ventilação adequada dos alimentos. Além do mais, quem for responsável pelo transporte, precisa evitar qualquer excesso de umidade e manter um padrão de acordo com cada tipo de alimento.</li>
</ul>
<h2>4 dicas de logística para o setor de alimentos</h2>
<p>Confira agora algumas dicas que envolvem a melhoria dos processos de logística de alimentos:</p>
<h3>1. Considere as necessidades e diferenças de cada mercadoria</h3>
<p>O transporte das mercadorias deve ser feito de forma adequada e eficaz. Assim, é fundamental considerar as especificidades de cada tipo de produto alimentício. Por exemplo, matérias-primas e mercadorias não refrigerados exigem transporte e armazenagem diferentes de alimentos prontos para servir. Além do mais, cada espécie de alimento demanda uma embalagem própria, capaz de assegurar condições específicas.</p>
<h3>2. Monitore sua equipe e seus fornecedores</h3>
<p>Mesmo que ocorra a devida capacitação e conscientização de todos que trabalham em sua empresa, e seja empregado a máxima cautela nas etapas do processo logístico, é necessário efetivar o controle e o monitoramento de todas as fases que envolvem a logística de alimentos.</p>
<p>É determinante que você monitore seus fornecedores e sua equipe para que se constate se eles estão realizando a manipulação correta dos alimentos. Dessa maneira, você consegue propiciar que suas embalagens fiquem totalmente preservadas.</p>
<h3>3. Capacite seu time de logística</h3>
<p>Visando garantir o sucesso, é fundamental que informações e treinamentos para os membros da equipe sejam disponibilizados. Isso elimina quaisquer dúvidas em relação à importância de adequação logística para produtos alimentícios: desde a ocasião da recepção da matéria-prima para sua produção até a distribuição para os seus clientes.</p>
<p>Ressalta-se que a segurança é imprescindível para os seus colaboradores, sendo uma questão que o seu empreendimento precisa sempre se comprometer. Além disso, é necessário atentar para o total cumprimento das normas e regulamentações que regem toda a logística de alimentos.</p>
<h3>4. invista em um código de barras</h3>
<p>É essencial investir em um <a href="https://www.gs1br.org/codigos-e-padroes/comecando-a-usar-codigo-de-barras">código de barras</a>, uma vez que ele permite que seus alimentos estejam em conformidade com os padrões estabelecidos por lei. O código EAN-13, por exemplo, é universal e possui 13 dígitos. Ele também assegura a adequação da mercadoria no Brasil e fora dele.</p>
<p>Outra vantagem dessa tecnologia é conseguir diferenciar os lotes dos produtos com agilidade e eficácia. Para mercadorias de envergadura menor, o melhor é o código DataBar. Em relação à organização que envolve a logística interna, o <a href="https://blog.gs1br.org/onde-o-codigo-dun-e-utilizado/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">TF-14</a> é uma ótima escolha, visto que sua visibilidade é nítida por fora das caixas de papelão.</p>
<p>Enfim, o território brasileiro possui uma grande extensão territorial e as diferenças climáticas interferem bastante nas questões de preservação de alimentos. Por isso é preciso tomar algumas medidas para garantir que eles cheguem em perfeitas condições na casa dos consumidores.</p>
<p>E aí, gostou do nosso texto sobre a logística de alimentos? Que tal conhecer agora nosso <a href="http://conteudo.blog.gs1br.org/ebook-guia-de-exportacao-para-pmes">guia de exportação</a> para pequenas e médias empresas?</p>
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		<title>CMV: o que é, como calcular e fórmula do Custo de Mercadorias Vendidas</title>
		<link>https://blog.gs1br.org/cmv-aprenda-a-calcular/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 11:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[cmv]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CMV é o Custo de Mercadorias Vendidas, um indicador financeiro que mostra quanto uma empresa gasta para adquirir ou ... </p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/cmv-aprenda-a-calcular/">CMV: o que é, como calcular e fórmula do Custo de Mercadorias Vendidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>CMV</b><span style="font-weight: 400;"> é o </span><i><span style="font-weight: 400;">Custo de Mercadorias Vendidas</span></i><span style="font-weight: 400;">, um indicador financeiro que mostra quanto uma empresa gasta para adquirir ou produzir os produtos que foram efetivamente vendidos em um determinado período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse cálculo é essencial para compreender o </span><b>lucro bruto</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>eficiência das operações comerciais</b><span style="font-weight: 400;">, permitindo decisões estratégicas mais seguras na </span><b>gestão financeira</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Para que serve o CMV?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O CMV mostra o quanto sua empresa realmente gasta com as mercadorias que geram receita. Mas ele vai além disso, pois também:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>avalia a lucratividade </b><span style="font-weight: 400;">— mostra se o preço de venda cobre os custos e gera margem adequada;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>controla o estoque </b><span style="font-weight: 400;">— indica o ritmo de reposição de produtos e evita excesso ou falta;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>apoia decisões estratégicas </b><span style="font-weight: 400;">— ajuda a definir preços, margens e promoções com base em dados reais;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>acompanha desempenho por período </b><span style="font-weight: 400;">— permite comparar resultados e identificar variações sazonais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><b>empresas comerciais</b><span style="font-weight: 400;">, o CMV reflete o custo de aquisição das mercadorias revendidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já em </span><b>indústrias</b><span style="font-weight: 400;">, ele inclui também os custos de produção — como matéria-prima e mão de obra direta.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Por que calcular o CMV é essencial para a gestão financeira?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Calcular o CMV é essencial para entender o </span><b>custo real das mercadorias vendidas</b><span style="font-weight: 400;"> e, consequentemente, a </span><b>margem de lucro da empresa</b><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;"> Esse controle permite uma </span><b>gestão financeira e de estoque mais estratégica</b><span style="font-weight: 400;">, garantindo previsibilidade e redução de desperdícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o CMV contribui diretamente para: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>controle de rentabilidade:</b><span style="font-weight: 400;"> identifica se as margens estão dentro do esperado;</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>planejamento de preços e metas:</b><span style="font-weight: 400;"> facilita decisões de precificação;</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>gestão de compras:</b><span style="font-weight: 400;"> evita estoques parados e otimiza o</span><a href="https://blog.gs1br.org/post-estendido-como-fazer-o-controle-de-entradas-e-saidas-na-gestao-de-estoque/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">controle de entradas e saídas na gestão de estoque</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>tomada de decisão baseada em dados:</b><span style="font-weight: 400;"> orienta ajustes em investimentos e estratégias comerciais.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como calcular o CMV?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A fórmula do CMV é simples e amplamente utilizada:</span></p>
<p><b>CMV = Estoque Inicial (EI) + Compras (C) – Estoque Final (EF)</b></p>
<h3><b>Entendendo a fórmula do CMV</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estoque Inicial (EI):</b><span style="font-weight: 400;"> valor do estoque no início do período;</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Compras (C):</b><span style="font-weight: 400;"> total gasto na aquisição de novas mercadorias;</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estoque Final (EF):</b><span style="font-weight: 400;"> valor do estoque remanescente ao fim do período.</span></li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: 400;">Exemplo prático de cálculo do CMV</span></h3>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 355px;">
<tbody>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 63.8095%; height: 71px;">
<p><b>Item</b></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%; height: 71px;">
<p><b>Valor (R$)</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 63.8095%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Inicial (EI)</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">5.000</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 63.8095%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Compras (C)</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">3.000</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 63.8095%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Final (EF)</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">2.000</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 63.8095%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">6.000</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p><b>Interpretação</b><span style="font-weight: 400;">: o custo das mercadorias vendidas foi de </span><b>R$ 6.000</b><span style="font-weight: 400;">, valor que indica quanto foi investido em produtos que efetivamente geraram receita.</span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;">Essa métrica é vital para planejar compras futuras e ajustar margens de lucro.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Formas de calcular o CMV</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem diferentes métodos de cálculo do CMV, geralmente definidos pela forma como a empresa controla seu estoque: </span><b>inventário periódico x permanente</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No inventário periódico, o cálculo é feito </span><b>ao final de um período contábil</b><span style="font-weight: 400;">. Já no inventário permanente, o controle é</span><b> contínuo</b><span style="font-weight: 400;">, com atualizações em tempo real a cada movimentação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um e-commerce costuma adotar o método permanente, enquanto uma pequena loja física pode optar pelo periódico.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Cálculo do CMV no inventário periódico</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No inventário periódico, o CMV é apurado com base na diferença entre o estoque inicial, as compras e o estoque final. Vamos entender esse cálculo em duas frentes: </span><b>pela mercadoria e pelo saldo monetário</b><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Por mercadoria</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo de movimentação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estoque Inicial (EI): 300 unidades;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">compras (C): 500 unidades;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estoque Final (EF): 200 unidades.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo seria:</span></p>
<p><b>CMV = EI + C – EF</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja: CMV = 300 + 500 – 200 = 600 unidades. Para facilitar o entendimento, veja o quadro abaixo:</span></p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 355px;">
<tbody>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 59.6429%; height: 71px;">
<p><b>Item </b></p>
</td>
<td style="width: 40.2381%; height: 71px;">
<p><b>Quantidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 59.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Inicial (EI)</span></p>
</td>
<td style="width: 40.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">300</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 59.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Compras (C)</span></p>
</td>
<td style="width: 40.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">500</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 59.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Final (EF)</span></p>
</td>
<td style="width: 40.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">200</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 59.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV</span></p>
</td>
<td style="width: 40.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">600</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<h4><span style="font-weight: 400;">Por saldo monetário</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o valor unitário de R$ 5, temos:</span></p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 63.8095%;">
<p><b>Item</b></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%;">
<p><b>Valor (R$)</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 63.8095%;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Inicial (EI)</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%;">
<p><span style="font-weight: 400;">1.500</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 63.8095%;">
<p><span style="font-weight: 400;">Compras (C)</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%;">
<p><span style="font-weight: 400;">2.500</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 63.8095%;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Final (EF)</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%;">
<p><span style="font-weight: 400;">1.000</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 63.8095%;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV</span></p>
</td>
<td style="width: 36.0714%;">
<p><span style="font-weight: 400;">3.000</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p><span style="font-weight: 400;">Este cálculo mostra o </span><b>custo total das mercadorias vendidas no período</b><span style="font-weight: 400;">, permitindo identificar o volume de vendas e otimizar o controle de estoque.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Cálculo do CMV no inventário permanente</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No inventário permanente, as movimentações de entrada e saída do estoque são registradas em tempo real. Além disso, consideram-se as </span><b>Devoluções de Vendas (DV)</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Devoluções de Compras (DC)</b><span style="font-weight: 400;">. Vamos entender na prática!</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Por mercadoria</span></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estoque Inicial (EI): 300;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Compras (C): 500;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Devolução de Vendas (DV): 20;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Devolução de Compras (DC): 25;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estoque Final (EF): 200.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo é:</span></p>
<p><b>CMV = EI + C + DV – DC – EF</b><span style="font-weight: 400;">;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja: CMV = 300 + 500 + 20 – 25 – 200 = 595 unidades.</span></p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 497px;">
<tbody>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><b>Item</b></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><b>Quantidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Inicial (EI)</span></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">300</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Compras (C)</span></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">500</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Devolução de Vendas (DV)</span></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">20</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Devolução de Compras (DC)</span></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">25</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Final (EF)</span></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">200</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 69.5238%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV </span></p>
</td>
<td style="width: 30.3571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">595</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<h4><span style="font-weight: 400;">Por saldo monetário</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda considerando o valor unitário de R$ 5, considere veja a tabela abaixo:</span></p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 497px;">
<tbody>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><b>Item </b></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><b>Valor (R$)</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Inicial (EI)</span></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">1.500</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Compras (C)</span></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">2.500</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Devolução de Vendas (DV)</span></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">100</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Devolução de Compras (DC)</span></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">125</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Estoque Final (EF)</span></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">1.000</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 73.2143%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV </span></p>
</td>
<td style="width: 26.6667%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">2.975</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p><span style="font-weight: 400;">Este método garantirá controle em tempo real para facilitar a </span><a href="https://blog.gs1br.org/gestao-de-produtos-dando-vida-a-um-objeto/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">gestão de produtos</span></a><span style="font-weight: 400;"> de maneira automatizada e a padronização dos processos: práticas alinhadas, inclusive, </span><b>às soluções oferecidas pela GS1 Brasil</b><span style="font-weight: 400;">, que promovem rastreabilidade e eficiência em suas operações.</span></p>
<p><b>Tabela comparativa do Inventário Periódico e Inventário Permanente</b></p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 831px;">
<tbody>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 71px;">
<p><b>Critério</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 71px;">
<p><b>Inventário Periódico</b></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 71px;">
<p><b>Inventário Permanente</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 103px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 103px;">
<p><b>Atualização</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Realizada apenas ao final de um período contábil (mensal, trimestral ou anual).</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Atualizada continuamente, a cada entrada e saída de mercadorias.</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 103px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 103px;">
<p><b>Controle de Estoque</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado em contagem física periódica.</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Feito em tempo real por sistemas automatizados.</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 71px;">
<p><b>Cálculo do CMV</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV = EI + C – EF</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">CMV = EI + C + DV – DC – EF</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 103px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 103px;">
<p><b>Precisão</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Menor precisão e risco de divergência nas informações.</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Alta precisão e controle constante das movimentações.</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 71px;">
<p><b>Complexidade</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Simples e de baixo custo operacional.</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Exige tecnologia e integração de dados.</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 103px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 103px;">
<p><b>Adequado para</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Pequenas empresas com baixo volume de estoque.</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">E-commerces e empresas que necessitam de controle contínuo.</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 103px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 103px;">
<p><b>Vantagem Principal</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Custo reduzido e processo simples.</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Rastreamento em tempo real e automação de processos.</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 103px;">
<td style="width: 18.3333%; height: 103px;">
<p><b>Desvantagem Principal</b></p>
</td>
<td style="width: 42.8571%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Informações defasadas e maior risco de erros.</span></p>
</td>
<td style="width: 38.6905%; height: 103px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Investimento inicial mais alto em sistemas e treinamento.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<h2><span style="font-weight: 400;">O que não entra no cálculo de CMV?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo do CMV considera apenas os custos diretos das mercadorias vendidas. Despesas indiretas não entram na fórmula, pois </span><b>não estão ligadas à produção ou compra das mercadorias</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não entram no CMV:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">despesas operacionais (transporte, armazenamento);</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">despesas administrativas (aluguel, energia, internet);</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">despesas financeiras (juros, encargos);</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">tributos (ICMS, IRPJ, PIS, COFINS).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses custos são analisados em </span><b>outros indicadores</b><span style="font-weight: 400;">, como o lucro operacional, e não devem ser confundidos com o CMV.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Razões para calcular o CMV na sua empresa</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme visto, o cálculo do CMV é indispensável para avaliar </span><b>a saúde financeira</b><span style="font-weight: 400;"> e, com base nisso,</span> <span style="font-weight: 400;">otimizar decisões de compra e venda. Mas, não é só isso. Confira as principais vantagens!</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Melhor gerenciamento de estoque</b><span style="font-weight: 400;">: identifica produtos com alta ou baixa saída;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Controle de custos</b><span style="font-weight: 400;">: evita compras excessivas e desperdício de capital e otimiza as </span><a href="https://blog.gs1br.org/post-estendido-como-fazer-o-controle-de-entradas-e-saidas-na-gestao-de-estoque/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">entradas e saídas na gestão de estoque</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ajuste de preços e margens</b><span style="font-weight: 400;">: garante equilíbrio entre custo e lucro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Planejamento estratégico</b><span style="font-weight: 400;">: orienta decisões sobre expansão, investimentos e promoções;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Competitividade</b><span style="font-weight: 400;">: empresas com controle do CMV reagem mais rápido às mudanças de mercado.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Qual é o CMV ideal para o seu negócio?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, não existe um percentual fixo de CMV ideal: </span><b>ele varia conforme o setor, o modelo de negócio e a estrutura de custos</b><span style="font-weight: 400;">. No entanto, é possível usar médias de mercado como referência. Veja:</span></p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 426px;">
<tbody>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 50.2381%; height: 71px;">
<p><b>Setor</b></p>
</td>
<td style="width: 49.6429%; height: 71px;">
<p><b>Percentual Médio de CMV</b></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 50.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Varejo de Alimentos</span></p>
</td>
<td style="width: 49.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">65% a 75%</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 50.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Varejo de Vestuário</span></p>
</td>
<td style="width: 49.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">45% a 55%</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 50.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Farmácias</span></p>
</td>
<td style="width: 49.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">60% a 70%</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 50.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">E-commerce Geral</span></p>
</td>
<td style="width: 49.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">50% a 65%</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height: 71px;">
<td style="width: 50.2381%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">Indústria de Transformação</span></p>
</td>
<td style="width: 49.6429%; height: 71px;">
<p><span style="font-weight: 400;">55% a 70%</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>



<p><span style="font-weight: 400;">Se o seu CMV está </span><b>acima da média do setor</b><span style="font-weight: 400;">, pode haver excesso de custos ou falhas no controle de estoque. Se está abaixo, o preço de venda pode estar muito alto ou o estoque insuficiente para atender à demanda. É importante analisar isso!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Aumente o controle do seu CMV com soluções GS1 Brasil</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A GS1 Brasil oferece soluções inovadoras que elevam o controle sobre o Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) por meio da </span><b>padronização e rastreabilidade de dados</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
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		<title>8 melhores práticas de logística para pequenas e médias empresas</title>
		<link>https://blog.gs1br.org/8-melhores-praticas-de-logistica-para-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2016 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A logística organizada e bem planejada vem se mostrando, cada vez mais, peça essencial para o sucesso de pequenas e ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A logística organizada e bem planejada vem se mostrando, cada vez mais, peça essencial para o sucesso de pequenas e médias empresas. Seja no mundo virtual ou offline, trata-se de fator muito importante na hora de mostrar resultados ao seu cliente.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Uma logística elaborada pode melhorar várias áreas do empreendimento, que vão desde a organização interna até o fortalecimento da relação com a clientela. Confira aqui algumas dicas para melhorar a logística de sua empresa!</p>
<p>\r\n</p>
<h2>1. Benchmarking</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Com o benchmarking, o empreendedor basicamente aprende com as experiências de terceiros. Esse conceito nada mais é do que a referência em determinado mercado. Ao fazer uma análise de serviços de uma área específica, por exemplo, você identifica qual é a empresa usada como o maior identificador com relação aos seus produtos.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Essa prática consiste em observar e estudar as empresas da área desejada e adaptar as estratégias que mais funcionam para elas. Para isso, não é necessário analisar ações de negócios apenas de setores relacionados ao da sua empresa, mas também de outros que são bem-sucedidos.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Utilizando a técnica, você pode poupar seu negócio de muitas campanhas que talvez não tivessem retorno, além de aumentar seus lucros.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>2. Organização</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Uma boa logística interfere diretamente na boa organização de um empreendimento. Isso porque um arranjo bem preparado evita gastos e custos operacionais desnecessários, além de economizar tempo de seus profissionais e clientes.</p>
<p>\r\n</p>
<p>O <a href="https://blog.gs1br.org/gestao-de-estoque-7-erros-que-podem-afundar-sua-empresa/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>estoque</u></a>, por exemplo, é uma das áreas que precisam de mais cuidado do empreendedor. Procure organizá-lo de maneira eficiente, categorizando e subdividindo suas mercadorias. Essa ação — que pode levar algum tempo caso seu estoque esteja muito desorganizado — poupará esforços. Além disso, facilitará a entrega das compras para os clientes, que, consequentemente, ficarão mais satisfeitos com o serviço prestado.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>3. Checklists</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Mais um item altamente eficaz para uma ótima logística dentro de um negócio: a utilização de checklists. Apesar de não parecerem tão importantes à primeira vista, é apenas por meio dessas listas de “tarefas a cumprir” que os profissionais mais envolvidos em determinado processo poderão ter total controle daquilo que fazem.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Use as checklists quantas vezes precisar — desde a área de vendas até a liberação de equipamentos ou cargas. Isso evitará perdas de produtos e dará a você maior controle e segurança.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>4. Previsões de demanda</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Analise o histórico de vendas da empresa para fazer uma previsão de demanda para meses futuros. Tendo isso em mente, elabore uma estratégia de alto nível para conservar o seu <a href="https://blog.gs1br.org/como-o-controle-de-estoque-impacta-diretamente-nos-lucros-da-empresa/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>estoque</u></a> abastecido e sua rede fornecedora alerta.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Apesar de não ser uma ciência exata, essa técnica pode salvar empresas de alguns empecilhos, como altas sazonais de demanda, além de fazer com que você conheça melhor seus clientes.</p>
<p>\r\n</p>
<p>As previsões de demanda também ajudarão você a entender melhor os hábitos do mercado em que está inserido, o que é muito útil na hora de planejar estratégias de marketing e vendas. Por que seus clientes compram tal produto em determinado período? O que posso fazer para eles comprarem aquela outra mercadoria também? Como posso aumentar meu lucro em datas comemorativas? As respostas para essas perguntas estão no estudo de comportamento de seus consumidores. Tenha sempre em mente que entender o cliente é fundamental para o sucesso de um negócio.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>5. Logística reversa</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Tanto para empresas virtuais ou no mundo real, é importante estabelecer políticas claras de troca e vendas de produtos. Em e-commerces, em especial, aquelas políticas devem ser muito bem planejadas e, essa devolução, feita de forma rápida e prática para o cliente. Já que, na internet, não é possível experimentar peças de roupas, por exemplo, uma empresa que oferece políticas de retorno pode atrair muito mais clientes.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Para isso, crie uma logística reversa dentro do negócio: essa área cuidará especificamente do fluxo de entrada e saída de produtos da empresa. Assim, entre suas responsabilidades, estará a de coletar e devolver essas mercadorias retornadas.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>6. Tecnologia</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Hoje em dia, a tecnologia pode ajudar muito a vida de pequenas e médias empresas. Existem <a href="https://blog.gs1br.org/novas-tecnologias-ajudam-os-negocios-na-reducao-de-custos/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>softwares e sistemas</u></a> que tornam mais fáceis a vida de quem maneja seu próprio negócio. Com essa nova tecnologia, a automatização de processos é uma das dicas mais importantes para melhorar a logística de uma empresa, já que ela torna mais seguros e rápidos os processos do negócio.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Utilize a tecnologia a seu favor: muitos aplicativos e softwares estão à disposição daqueles que pretendem automatizar os processos de uma marca. Isso fará com que todos os setores do empreendimento interajam de forma mais prática, o que também vai ajudar a melhorar a comunicação e a coleta de informações.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>7. Análise de dados</h2>
<p>\r\n</p>
<p>É fundamental coletar e analisar os dados da sua empresa, a fim de melhorar sua logística e, como consequência, seu lucro. Em um primeiro momento, parta para o estudo de seus processos internos, que vão desde emissão de notas fiscais até a embalagem das vendas. Com essa análise, você poderá identificar possíveis erros e vícios que estão atrapalhando a eficiência de seu negócio.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Outros dados também podem ser bem relevantes para a construção de uma logística mais eficaz. É importante, ainda, fazer um planejamento financeiro adequado para sua empresa, anotando todos os gastos e receitas geradas em um determinado período de tempo. Com isso, você poderá ter uma noção mais completa de seu lucro mensal, e identificar aspectos a serem melhorados.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Não se esqueça: a empresa que não tem controle sobre a própria vida financeira e processos internos não alcança o sucesso e nem se mantém no mercado.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>8. Estudo aprofundado de seus produtos</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Faça um levantamento daqueles produtos que vendem mais, bem como os que costumam ficar mais tempo no estoque. Com essas informações, você pode traçar estratégias (como promoções), para melhorar a utilização do seu estoque, o que aumentará o giro.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Além disso, você também poderá planejar melhor suas compras futuras, e, assim, evitar gastos com produtos que ficam estocados por longos períodos. Qual empresário gosta de gastar dinheiro sem motivo? Saber quais produtos agradam mais ou menos aos seus consumidores e em quais épocas do ano eles são mais comprados é uma dica preciosa para melhorar a logística de seu negócio.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Como percebemos, a logística é um dos principais aspectos no êxito ou fracasso de uma empresa. Uma boa logística abrange diversas áreas do negócio, e, por isso, não deve ser negligenciada. Gostou das dicas do post? Então leia <a href="https://blog.gs1br.org/7-desafios-de-logistica-para-pequenos-empreendedores/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>aqui</u></a> sobre os desafios de logística para pequenas e médias empresas!</p>
<p>\r\n</p>
<div> </div>
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		<title>Logística Reversa: Guia completo de como reduzir gastos com retorno no seu negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2016 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
		<category><![CDATA[logistica reversa]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>\r\n</p>
<p>Todo gestor já parou para pensar no volume de gastos de recursos que saem dos cofres da empresa para custear o que chamamos de logística reversa. Pensando na lógica do comércio eletrônico, por exemplo, isso se dá sempre que um cliente entra em contato com a empresa vendedora para requerer uma troca, devolução ou reembolso de um produto.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Tendo como base os números do e-commerce no Brasil, essa situação não pode ser desprezada por boa parte desses gestores. Em 2016, o número de consumidores em lojas virtuais ultrapassou quem recorre às lojas físicas para comprar. Uma <a href="http://oglobo.globo.com/economia/brasileiros-ja-compram-mais-pela-internet-do-que-em-lojas-fisicas-18781081?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>pesquisa realizada pela consultoria PwC</u></a> apontou que 38% dos brasileiros têm como hábito concluir ao menos uma compra na internet ao mês. O percentual é de 30% com relação às compras presenciais.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Em um mercado que movimenta cerca de R$ 150 bilhões ao ano, não é de se espantar que a logística reversa represente um custo de cerca de 5% do faturamento de boa parte das companhias brasileiras.</p>
<p>\r\n</p>
<p>No post de hoje, vamos mostrar a importância de investir em melhorias na gestão da logística reversa para economizar custos financeiros e gasto de tempo. As soluções passam pelo melhor planejamento, auxílio da tecnologia para controlar os processos e identificar necessidades de melhoria e adoção de uma política clara para retorno de produtos, que priorize uma boa informação ao cliente para que ele possa voltar a fazer negócios.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p>\r\n</p>
<h2>1. O que é logística reversa?</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Empresas que lidam diretamente com algum tipo de logística, como entrega de produtos ou elaboração de trajetos de transporte que possam economizar recursos e ser mais eficientes, tem como prática principal pensar na ordem direta para este tipo de tarefa.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Ou seja, se um produto tem que ser entregue para um cliente, é preciso pensar na melhor maneira para que ele saia do local de origem e chegue ao destino, observando princípios básicos como segurança no deslocamento, economia de tempo e recursos, etc.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Esse pensamento é invertido quando tratamos da chamada logística reversa. Em vez de planejarmos uma ação partindo do local de origem, devemos inverter a lógica usual e partir do ponto em que o destino seria o ponto inicial e, o local de origem, o ponto final.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Esse tipo de logística existe há muito tempo, mas o termo “logística reversa” tem ganhado mais espaço ultimamente. É possível encontrar exemplos que envolvem os mais variados setores, como a indústria, distribuição, reciclagem, varejo, redes de coleta, entre outros.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>2. Quais os principais impactos dessa ação no negócio?</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Se ficou difícil para imaginar uma situação em que a logística reversa poderia ser utilizada, há uma série de exemplos presentes no nosso dia a dia que nos ajudam a entender essa lógica.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Um exemplo básico é quando compramos um produto pela internet e, após ele ser entregue em nossa casa, pedimos a devolução por conta de algum problema: o modelo não era exatamente o que queríamos, alguma peça apresentou defeito ou simplesmente nos arrependemos de ter adquirido aquela mercadoria. A partir do momento em que acionamos a loja virtual em que compramos o produto ou a transportadora responsável pela entrega, ela deve resolver a situação usando a logística reversa.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Mas qual impacto isso pode causar em um negócio já que o ato de entregar/devolver um produto é basicamente o mesmo?</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Mudança no planejamento</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Em primeiro lugar, é preciso montar um planejamento próprio para esse tipo de situação. Isso porque a logística convencional requer uma preparação para que todas as mercadorias saiam de um único lugar e sejam entregues em diversos locais, como as casas dos clientes, por exemplo. Já o processo inverso é mais complicado e prevê a coleta de mercadorias em mais de um ponto para que todas elas voltem ao local de origem.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Destinação dos materiais</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Desde 2010, <a href="http://www.dinamicambiental.com.br/blog/sustentabilidade/conheca-exemplos-logistica-reversa-reutilizacao-lixo-industrial/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>a Política Nacional de Resíduos Sólidos inclui a logística reversa dentro da política ambiental brasileira</u></a> como forma de evitar o descarte de embalagens de produtos de forma errada. O Brasil produziu, em 2013, 273 mil toneladas de lixo por dia, e boa parte poderia ser reciclada, por exemplo.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Nesse contexto, a logística reversa trata, de certa forma, de responsabilizar a indústria com relação ao recolhimento de produtos no final de sua vida útil ou, até mesmo, embalagens de produtos. Em muitos casos, é necessário contratar um serviço especializado para dar conta de cumprir essa política pública.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Custos com frete e estocagem</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Quando o produto deixa o local de estoque com destino ao endereço do comprador, a empresa deve estudar o processo logístico convencional e escolher uma maneira de entregar as mercadorias no menor tempo e com menores custos possíveis. Isso significa pensar um trajeto para baratear o frete, por exemplo.</p>
<p>\r\n</p>
<p>No caso da logística reversa, a companhia deve refazer o processo para não ter que arcar com custos dobrados de frete, nem ter que gastar mais com estoque após devolução de mercadorias.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>3. Entenda como e por que medir o índice de retorno de produtos</h2>
<p>\r\n</p>
<p>O Sebrae classifica a logística reversa como um “grande desafio” que exige necessidade de maior gerenciamento. Isso porque, com base em um <a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/gastos-com-retorno-de-produtos-chegam-a-5-do-faturamento,d1ee438af1c92410VgnVCM100000b272010aRCRD?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>levantamento do Conselho de Logística Reversa do Brasil</u></a> (CLRB) constatou-se que metade das 188 empresas analisadas gasta até 5% de seus faturamentos com o retorno de produtos. Essa realidade é partilhada por outros países, de acordo com a Reverse Logistics Association, que estimou que, dependendo do país, os processos na área de logística reversa podem representar uma fatia que varia entre 3% e 25% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>\r\n</p>
<p>Pensando no caso das lojas virtuais, por exemplo, o gasto com o índice de retorno dos produtos se justifica com base no Código de Defesa do Consumidor. A lei prevê o <a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/codigo-de-defesa-do-consumidor-e-logistica-reversa,c29f438af1c92410VgnVCM100000b272010aRCRD?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>direito de arrependimento em até sete dias</u></a>. Isso significa que qualquer cliente que fizer uma compra online tem até uma semana (a partir do recebimento do produto) para procurar a empresa e exigir troca ou devolução de um produto com defeito, por exemplo.</p>
<p>\r\n</p>
<p>O Código ainda determina que todos os custos com transporte desse produto de volta para o estoque (ou seja, a logística reversa) sejam por conta do vendedor.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Por conta disso, é fundamental ter controle sobre o índice de retorno de cada um dos produtos que compõem o seu catálogo. Saber se há uma mercadoria que tem extrapolado os índices normais de retorno é muito importante para identificar possíveis erros no processo e diminuir ao máximo a fatia de faturamento que ficará comprometida com esse problema.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>4. Como minimizar as possibilidades de retorno de produto?</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Destacamos três tipos de medidas que podem ser tomadas pela sua empresa simultaneamente e que têm como objetivo principal minimizar o índice de retorno do produto.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Descrições de produto</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Abrir mão de 5% do faturamento anual para gastar com processos de retorno do produto não é bom para nenhuma empresa. Por isso, cada vez mais as corporações que atuam, principalmente, no ambiente online, tem apostado na melhoria das descrições dos produtos para evitar o arrependimento dos clientes e ter que arcar com os custos da devolução. Para isso, é preciso apresentar detalhes técnicos, como cor, tamanho, modelo e imagens do produto com a máxima precisão possível.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Política de troca</h3>
<p>\r\n</p>
<p>A palavra de ordem é transparência. O cliente deve ter clareza na hora de obter as informações sobre a política de troca e devolução de produtos para que não seja pego de surpresa, por exemplo, ou tenha que tomar medidas mais drásticas, como colocar a corporação em redes sociais ou canais de proteção ao consumidor.</p>
<p>\r\n</p>
<p>É importante manter na loja virtual uma seção específica com informações claras, condições e regras para a logística da troca. Outra facilidade é criar canais de comunicação (por telefone ou via chat online) para resolver eventuais problemas com consumidores.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Planejamento</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Já vimos que a perda de dinheiro com a taxa de retorno é alta para boa parte das empresas brasileiras. Portanto, isso também exige um <a href="https://blog.gs1br.org/como-o-planejamento-logistico-impacta-no-sucesso-da-empresa/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>planejamento</u></a> específico. Você deve saber se vale mais a pena que o cliente envie o produto via Correios ou por meio de uma transportadora parceira. E o principal: quando ele deve fazer isso. Ter uma logística reversa afinada é importante para evitar altos custos com o frete.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>5. A importância de definir uma política de retorno coesa</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Em geral, os consumidores não têm conhecimento de todos os seus direitos e muitas empresas aproveitam da falta de informação para evitar fazer alguma troca ou devolução que é de direito do comprador. Essa estratégia, como falamos acima, não é a mais correta, nem a mais ética. No século XXI, as empresas têm optado por tratar a relação com seus clientes de forma mais transparente e, para isso, é essencial manter uma página acessível com informações relevantes e que esclareçam as dúvidas dos consumidores com relação ao tema.</p>
<p>\r\n</p>
<p>De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, são três as situações em que os clientes podem exigir troca ou mesmo devolver o produto adquirido:</p>
<p>\r\n</p>
<ul>\r\n	</p>
<li>\r\n
<p>Produto com defeito;</p>
<p>\r\n</li>
<p>\r\n	</p>
<li>\r\n
<p>Cliente arrependido com compra feita em loja não presencial (online ou por televendas, por exemplo) em um prazo de até sete dias após o recebimento;</p>
<p>\r\n</li>
<p>\r\n	</p>
<li>\r\n
<p>Produto impróprio para consumo.</p>
<p>\r\n</li>
<p>\r\n</ul>
<p>\r\n</p>
<p>Uma ideia é esclarecer o que pode ser feito em cada uma das situações (troca, devolução ou reembolso) e fazer um passo a passo de como o cliente deve proceder em cada um desses casos.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>6. Como usar a tecnologia na gestão da logística reversa?</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Uma das causas de aumento de custos com relação à política de logística reversa para uma empresa ocorre quando o controle de processos se torna menos eficiente do que o necessário. Hoje em dia, é comum que algumas <a href="https://blog.gs1br.org/novas-tecnologias-ajudam-os-negocios-na-reducao-de-custos/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>tecnologias</u></a>, como softwares, aplicativos e ferramentas de gestão, assumam parte da automatização desse processo com o objetivo de controlar melhor alguns aspectos do dia a dia das empresas.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Listamos abaixo algumas das áreas que podem receber reforço da tecnologia e, como consequência, ter sua gestão melhorada com economia de recursos.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Gerenciamento do retorno de produtos</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Um bom controle do retorno de produtos ao <a href="https://blog.gs1br.org/como-fazer-uma-gestao-de-estoque-eficiente/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>estoque</u></a>, por meio da troca e devolução requerida pelo cliente, pode ser uma ferramenta útil para outros departamentos da empresa corrigirem erros e adotarem uma postura diferente com relação a um tipo de mercadoria. Softwares que analisam entrada e saída de produtos, combinado com um controle do retorno desses itens, podem ajudar você a mapear se há uma mercadoria com taxa de devolução ou troca muito superior ao aceitável.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Pequenas mudanças na concepção do produto (ou até mesmo maior esclarecimento das especificações técnicas da mercadoria no site da empresa, por exemplo) podem contribuir para que esse índice seja normalizado.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Melhorando o relacionamento com o cliente</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Investir em canais de relacionamento com clientes eficientes pode colaborar para redução das políticas de troca ou torná-las mais eficientes. Muitas vezes, um comprador exige a devolução de um produto porque teve algum tipo de dificuldade com ele. Se esse cliente tiver um canal confiável direto com a empresa (como um aplicativo ou chat) e puder tirar suas dúvidas, uma devolução pode ser desestimulada e o cliente continuará satisfeito.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Rastreamento do frete</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Isso vale tanto para a logística convencional quanto para a logística reversa. Conseguir mapear a entrega das mercadorias em tempo real é uma maneira eficiente de verificar e corrigir trajetos, gerando economia de tempo e recursos.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>7. Colhendo feedbacks de serviços para a elaboração de planos estratégicos</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Uma política de retorno de produtos, quando bem executada, deve ser capaz de absorver não só os índices de trocas e devoluções que fazem parte da rotina de uma corporação, como ser flexível o bastante para incluir procedimentos novos que possam rever e aprimorar as normas.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Uma das formas de se manter atualizado e resolver parte dos problemas gerados com o retorno de produtos é criar mecanismos de repensar o processo. Um exemplo importante são os feedbacks. A logística reversa impõe toda uma lógica de compartilhamento de funções que pode ser mais — ou menos — bem-feita: a experiência de compra do cliente, a entrega do produto, o pedido de troca ou de devolução, o recolhimento da mercadoria e o encaminhamento de volta para o estoque da fábrica.</p>
<p>\r\n</p>
<p>É essencial compreender todo o processo e criar mecanismos para avaliar as demandas recebidas por todos os agentes que fazem parte dessa cadeia: o cliente, o entregador, o motorista, o estoquista e o vendedor. Uma falha em alguma etapa desse processo, quando recorrente, pode acabar prejudicando um trabalho bem elaborado.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>8. Transformando a política de retornos em um diferencial competitivo na sua empresa</h2>
<p>\r\n</p>
<p>A empresa que deixa de enxergar a prática de trocas e devoluções como algo apenas negativo pode ser premiada se souber projetá-la como uma oportunidade. Se nos colocarmos no lugar de um cliente, veremos que, dependendo do modo como a empresa tratar o comprador que teve algum problema com o produto, essa pode ser uma chance de maior fidelização.</p>
<p>\r\n</p>
<p>A identificação de um comprador com uma marca é um aspecto muito importante para as empresas que atuam no século XXI. Um cliente fiel vai além de ser um comprador constante, já que ele segue as tendências da marca, atua como um replicador da boa qualidade das mercadorias e defende a visão da empresa e seus produtos em ambientes de discussão, como as redes sociais.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Há uma série de estratégias usadas pelas empresas hoje em dia para conseguir esse tipo de fidelização de clientes. Uma delas é entender a persona que consome o produto (quem é, do que gosta, quais são suas expectativas) e estreitar sua relação com o objeto. Criar canais de diálogo, estabelecer vínculos emocionais entre marca e comprador e oferecer vantagens são outras estratégias que podem ser utilizadas.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Como uma boa política de trocas pode contribuir para fidelizar o cliente?</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Na maior parte das vezes, o cliente que procurou a empresa para solicitar a devolução de um produto parte de certa frustração: ou a mercadoria veio com algum tipo de defeito (como peças estragadas ou faltando) ou ela não era exatamente do jeito que ele imaginava (com relação ao tamanho, modelo, cor ou funcionalidade, por exemplo). Por conta disso é importante que os setores de relacionamento com cliente prestem atenção especial a esse consumidor.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Impor restrições severas a uma troca ou devolução, demorar a concluir esse serviço ou dificultar a comunicação com o cliente nesse processo pode significar o mesmo que fechar as portas para uma venda futura. Aceitar a troca e manter uma política de retorno transparente pode ajudar sua empresa a conquistar um cliente que vai voltar a fazer compras futuras na mesma loja virtual.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>9. Logística reversa e sustentabilidade</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Tomando outros países como exemplo, o Brasil passou a utilizar o conceito de logística reversa para fomentar políticas de <a href="https://blog.gs1br.org/embalagens-sustentaveis-5-beneficios-do-seu-uso-para-sua-empresa/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>sustentabilidade</u></a>. Um dos grandes problemas com relação à produção de lixo hoje em dia é a falta de destinação adequada para uma série de itens que não podem, simplesmente, ser jogados de qualquer maneira junto ao lixo residencial.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Aparelhos eletrônicos estragados, lâmpadas, pilhas e baterias, por exemplo, são compostos por materiais químicos que podem contaminar o solo e até mesmo o lençol freático, dependendo da maneira como forem despejados no meio ambiente. Outros produtos de uso constante, como óleos e lubrificantes, por exemplo, também não podem ser jogados fora de qualquer maneira.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Pensando nas dificuldades que os consumidores enfrentam na hora de se desfazer desses resíduos, o governo federal incluiu, em 2010, um item na Política Nacional de Resíduos Sólidos que obriga as empresas a recolherem materiais no pós-venda e dar tratamento condizente com normas ambientais e de sustentabilidade.</p>
<p>\r\n</p>
<p>E a forma mais adequada de realizar esse tipo de coleta é por meio da logística reversa. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a <a href="http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-perigosos/logistica-reversa?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>responsabilidade por esse recolhimento deve ser compartilhada entre fabricantes, distribuidores, comerciantes, importadores, consumidores e poder público</u></a> com o objetivo de minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos.</p>
<p>\r\n</p>
<h3>Fazendo o plano funcionar</h3>
<p>\r\n</p>
<p>Como consequência, o poder público pode firmar acordos com os mais diversos setores para implementar um plano de responsabilidade compartilhada entre os mais diversos agentes. Em alguns casos, empresas mantêm pontos de coleta espalhados pela cidade, em estabelecimentos ou prédios públicos, por exemplo, ou fazem o recolhimento — após serem acionadas pelo cliente — quando a vida útil de um aparelho chega ao fim.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>10. Conclusão</h2>
<p>\r\n</p>
<p>No post de hoje você aprendeu que pode enxergar a logística reversa de diversas formas e que atuar para corrigir problemas pode ser uma alternativa importante para economizar recursos e garantir que seu cliente tenha uma boa experiência de compra e pós-compra.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Hoje em dia, as empresas têm gastado uma fatia importante de seus faturamentos com gastos que envolvem toda a cadeia da logística reversa, como frete, estoque e cancelamento de vendas. E todo esse processo pode ser traumático, tanto para o comprador quanto para a empresa, se não for bem-feito.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Uma das maneiras de enxergar a questão é pelo lado negativo, de que as trocas ou devoluções significam tempo e dinheiro gasto. Geralmente, a companhia que tem essa visão como parte da “cultura” da empresa vai oferecer um péssimo serviço ao cliente.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Esse processo é de direito de quem compra e, assim como a escolha de um produto e a venda, o pós-venda também deve ser feito com o mesmo grau de atenção e eficiência. Como vimos, um <a href="https://blog.gs1br.org/7-formas-de-melhorar-o-desempenho-do-setor-de-atendimento-ao-cliente/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>cliente bem atendido</u></a> ao realizar uma troca pode se tornar um cliente fiel, ao passo que um consumidor frustrado pode facilmente optar pela concorrência.</p>
<p>\r\n</p>
<p>A logística reversa é uma realidade nas mais diversas empresas do país que atuam em uma cadeia que envolve compra, venda, transporte, entrega, importação e distribuição. E, nos últimos anos, ela se tornou um instrumento importante para o desenvolvimento sustentável, já que é parte da rotina de uma empresa que deve ser responsável pelos resíduos que gera.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Esse é um valor que deve ser assumido pelas empresas corresponsáveis e que está em alta no momento atual, em que se prega cada vez mais um espírito de colaboração e incentivo para que cada um faça parte na tomada de ações para a preservação do planeta.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Agora que você já sabe como economizar na logística reversa e utilizá-la como uma ferramenta de impacto positivo na sua empresa, <a href="https://blog.gs1br.org/logistica-de-transporte-8-maneiras-de-tornar-o-processo-mais-eficiente/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost"><u>saiba também algumas maneiras de deixar a logística de sua empresa mais eficiente</u></a>!</p>
<p>\r\n</p>
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<p>\r\n</p>
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<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/logistica-reversa-guia-completo-de-como-reduzir-gastos-com-retorno-no-seu-negocio/">Logística Reversa: Guia completo de como reduzir gastos com retorno no seu negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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		<title>Logística e distribuição: como otimizar os processos na minha PME?</title>
		<link>https://blog.gs1br.org/logistica-e-distribuicao-como-otimizar-os-processos-na-minha-pme/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
		<category><![CDATA[pme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as empresas, independentemente de suas atividades, dependem de bons processos logísticos para garantir seu sucesso. Isso porque eles estão ... </p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/logistica-e-distribuicao-como-otimizar-os-processos-na-minha-pme/">Logística e distribuição: como otimizar os processos na minha PME?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as empresas, independentemente de suas atividades, dependem de bons processos logísticos para garantir seu sucesso. Isso porque eles estão envolvidos em todas as etapas existentes até a chegada do produto ou a prestação do serviço ao cliente. Uma das principais etapas em que a logística está presente é a distribuição, que merece muita atenção pois sua função é garantir o atendimento à demanda.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Sendo assim, se torna cada vez mais importante que os gestores saibam como aprimorar esses processos e, consequentemente, aumentar o grau de satisfação do consumidor. Ao buscar a otimização de processos relacionados à logística e distribuição, a empresa pode reduzir suas despesas, melhorar seu desempenho, maximizar os lucros e até mesmo se beneficiar competitivamente no mercado.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Neste post, vamos apresentar algumas maneiras de otimizar os processos de logística e distribuição de uma PME. Confira!</p>
<p>\r\n</p>
<h2>1. Estude a situação atual da empresa</h2>
<p>\r\n</p>
<p>O primeiro passo para qualquer mudança é ter conhecimento sobre a situação atual para assim poder projetar mudanças futuras. Portanto, busque entender como está o atual funcionamento e desempenho de sua empresa. Mapeie e analise tarefas a fim de identificar problemas e gargalos logísticos. Isso permitirá a definição das metas do processo de otimização.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>2. Faça um bom planejamento</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Essa etapa é a continuação do item anterior. Agora que já são conhecidos os gargalos de logística e distribuição, pode-se projetar os objetivos a serem atingidos e os planos para alcançá-los. Um planejamento bem-feito e adequado é parte fundamental de qualquer execução bem-sucedida. É importante que esse planejamento consiga abranger desde o recebimento de matéria-prima, chegada do produto ao cliente e o <a href="https://blog.gs1br.org/entenda-como-e-por-que-o-pos-venda-vai-transformar-o-seu-negocio/"><u>pós-venda</u></a>, buscando otimizar todas as etapas.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>3. Busque a integração de todas as equipes</h2>
<p>\r\n</p>
<p>É sempre vantajoso que você possua uma visão holística da empresa, isto é, que enxergue todas as partes como a composição do todo, possuindo uma visão global dos processos organizacionais. Quando se promove a integração das equipes dentro de uma empresa, é possível desfrutar de benefícios como aumento da produtividade e maior equilíbrio entre oferta e demanda.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Sendo assim, busque manter todos os setores muito bem informados sobre as atividades da organização. Por exemplo, para garantir que suas projeções de vendas sejam corretas, incorpore as equipes de planejamento de produção, finanças e marketing. Isso garante um plano de ação mais preciso e unificado.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>4. Fortaleça parcerias eficientes</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Falhas na comunicação com seus parceiros em geral, principalmente fornecedores, podem comprometer muito o desempenho da empresa. Sendo assim, é importante se atentar ao alinhamento e integração de informações com eles também. Sistemas informatizados podem ajudar nessa missão. Além disso, é recomendado fortalecer essas relações com os parceiros que se mostram mais eficientes, e ir em busca de outros quando em falta.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>5. Aposte no melhor da tecnologia</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Todos os processos organizacionais podem ser aprimorados com o uso da tecnologia correta. Com a logística e distribuição isso não é diferente. Sistemas de gestão bons e adequados permitem melhorias em diversas atividades, como compras, <a href="https://blog.gs1br.org/como-fazer-o-controle-de-entradas-e-saidas-na-gestao-de-estoque/"><u>gestão de estoque</u></a>, venda e expedição.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Uma dica interessante é apostar em um software único, pois ele garante maior agilidade e reduz riscos de erros humanos, além de facilitar a integração de todas as informações mais relevantes. É possível também desenvolver um software personalizado, onde todas as funcionalidades específicas se adequarão melhor aos interesses da empresa.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>6. Crie um mapa de distribuição</h2>
<p>\r\n</p>
<p>A elaboração de um mapa é uma ótima solução para processos de logística e distribuição. Neste mapa, é importante anotar a localização de todos os pedidos realizados dentro do período analisado, que é geralmente de um mês. Você também deve inserir dados como o nome do consumidor, o volume e valor da compra, o prazo de entrega e a distância percorrida.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Esse tipo de mapa auxilia muito nas entregas, uma vez que possibilita planejar rotas mais inteligentes, escolher o melhor modal, priorizar entregas mais rentáveis, entre outros.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>7. Utilize a previsão de demanda</h2>
<p>\r\n</p>
<p>A previsão de demanda é uma ferramenta que evita gargalos logísticos. Ao prever a demanda futura, é possível se esquivar de situações muito graves para as vendas e a imagem da empresa, como a falta de produtos disponíveis e o excesso de estoque. Portanto, é altamente recomendado investir nas pesquisas necessárias para realização de uma boa previsão de demanda.</p>
<p>\r\n</p>
<p>A maneira mais comum é a análise do histórico de vendas. Mas também é interessante incorporar outros fatores nessa projeção, como por exemplo a flutuação do mercado e a sazonalidade. Entretanto, é importante destacar que, como toda previsão, ela não possui 100% de assertividade. Assim, é necessário agregar a margem de erro a essa estatística.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>8. Invista na capacitação da equipe</h2>
<p>\r\n</p>
<p>Os funcionários são a engrenagem das empresas. Eles fazem as mudanças acontecerem e são encarregados do desempenho organizacional. Contudo, os responsáveis pelo bom treinamento desses funcionários são os gestores.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Sendo assim, invista na capacitação de sua equipe. O retorno será visível e recompensador. Com colaboradores qualificados e bem treinados, seu negócio alcançará grande êxito no processo de otimização de logística e distribuição.</p>
<p>\r\n</p>
<h2>9. Monitore o desempenho da organização</h2>
<p>\r\n</p>
<p>A implementação de qualquer novo elemento na empresa, seja ele um processo, sistema, ferramenta ou método, conta com metas a serem atingidas. Após a execução do planejamento realizado, é imprescindível que a organização mensure os resultados.</p>
<p>\r\n</p>
<p>O desempenho pode ser medido de várias formas, a principal é a utilização de indicadores de desempenho. Existem diversos deles e é preciso encontrar aquele que mais se encaixe às atividades da empresa e seus objetivos. Para a atividade de distribuição, existem alguns dashboards que permitem uma boa visibilidade dos processos e <a href="https://blog.gs1br.org/monitoramento-de-carga-7-dicas-para-um-transporte-mais-seguro/"><u>monitoramento da carga</u></a>.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Para que uma empresa possa se manter competitiva no mercado, é preciso estar sempre avaliando seu desempenho em processos internos e externos, bem como a satisfação do cliente. Você deve ter uma visão ampla de seu negócio, pois somente dessa forma é possível buscar as melhorias necessárias para garantir a excelência no serviço prestado.</p>
<p>\r\n</p>
<p>Agora que você sabe como otimizar os processos de logística e distribuição, nos siga nas redes sociais para não perder outras dicas que irão te auxiliar na gestão de sua PME!</p>
<p>\r\n</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gestão de Riscos para transporte de cargas: por que é importante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de risco]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando empresários e gestores têm de transportar suas cargas, é comum que tenham de enfrentar uma série de desafios nesse ... </p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/gestao-de-riscos-para-transporte-de-cargas-por-que-e-importante/">Gestão de Riscos para transporte de cargas: por que é importante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando empresários e gestores têm de transportar suas cargas, é comum que tenham de enfrentar uma série de desafios nesse processo devido aos fatores internos e externos ligados a essa operação.</p>
<p>É aí que aparece a importância da gestão de riscos, que visa minimizar ao máximo esses problemas para garantir segurança a colaboradores, veículos e cargas — além de qualificar e otimizar as entregas e reduzir custos previstos e imprevistos.</p>
<p>No post de hoje você vai ver quais sãos os principais riscos ligados ao <a href="https://blog.sansuy.com.br/modelos-de-carrocerias-qual-o-ideal-para-cada-tipo-de-carga/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transporte de cargas</a> e entender como uma boa gestão pode potencializar a segurança e a eficiência. Confira!</p>
<h2>Riscos para cargas</h2>
<p>Produtos diferentes podem ser transportados em distintas <a href="https://blog.gs1br.org/qual-o-impacto-do-design-de-embalagens-nas-suas-vendas/"><u>embalagens</u></a>, pesos e outras características. Por isso, demandam específicos veículos, formas de armazenamento, tempos para conclusão de transporte e manuseios. Não gerenciar corretamente esses quesitos — em conjunto — pode resultar em mercadorias estragadas durante a viagem e danos a itens na carga, na descarga e durante o transporte.</p>
<p>Além disso, a documentação dos lotes é muito importante e não dá margem para erros. Então, não ter um gerenciamento excelente também certamente acaba em multa do Fisco nas paradas obrigatórias e até interrupção do trajeto pelas autoridades, gerando transtornos para empresa e cliente e possibilitando perecimento de produtos.</p>
<h2>Riscos para caminhões</h2>
<p>Além de os veículos serem insubstituíveis nessas operações, são bens do ativo da empresa que valem muito dinheiro. Ou seja, é preciso obrigatoriamente gerenciar os riscos ligados a eles, pois qualquer ocorrência que os danifique pode afetar o negócio em pontos diversos.</p>
<p>Não adequar a carga ao veículo, por exemplo, pode avariá-la, e os danos podem se estender ao caminhão — como se o peso for incompatível à sua capacidade. Além disso, o descontrole sobre as condições veiculares e suas características pode causar graves problemas, com consequências a serem sentidas em gastos e <a href="https://blog.gs1br.org/plano-de-negocios-entenda-o-que-e-e-como-ele-pode-ajudar-organizar-suas-vendas/"><u>vendas</u></a>.</p>
<h2>Riscos para motoristas</h2>
<p>Colaboradores que ficam à frente de volantes de caminhões com milhares de reais em produtos nos compartimentos de cargas têm enorme responsabilidade. Alguns produtos podem necessitar de certa experiência para que sejam transportados, e outros obrigam que caminhoneiros tenham certificações específicas.</p>
<p>E o que também ocorre é que esses profissionais ficam expostos acidentes de trânsito, assaltos e outros transtornos existentes em rotas.</p>
<h2>Riscos para os processos</h2>
<p>Qualquer perigo que se materialize em fato gera consequências diretas nas atividades. Por exemplo, se houver roubo de cargas, além da situação pela qual o motorista passa, há perda de mercadoria comprada pelo cliente e prejuízo de fontes diversas — o que pode culminar com a perda do comprador.</p>
<p>Excluindo o fator violência, a falta de manutenção veicular com resultado em caminhão estragado durante a viagem tem potencial para causar os mesmos problemas que citamos acima.</p>
<p>Já o dano à carga é mais direto e claro: se os produtos forem avariados ou danificados por má gestão logística, perde-se o pedido e o cliente imediatamente.</p>
<h2>Gestão de riscos para segurança e redução de custos</h2>
<p>O mais importante no gerenciamento dos riscos é que ele contemple o processo logístico e de transporte do início ao fim — da escolha das pessoas e recursos até a entrega ao cliente.</p>
<h3>Motoristas</h3>
<p>Uma boa gestão faz triagem dos melhores funcionários para cada entrega. Isso pode ser feito de acordo com as especializações de cada um e, também, com a avaliação de tempo de experiência, de viagens feitas anteriormente e demais elementos do histórico em geral.</p>
<p>Assim, evita-se que alguma responsabilidade muito grande seja atribuída a alguém ainda não tão preparado e experiente, o que diminui as chances de ocorrer problemas. Além disso, a organização dos colaboradores fica melhor e mais rápida quando vinculada a tipos, tamanhos e datas de transportes pré-definidos.</p>
<h3>Caminhões e cargas</h3>
<p>A gestão de riscos evita que cargas sejam transportadas nos primeiros caminhões disponíveis ou algo parecido. Analisando as particularidades de cada lote, se estabelecem diretrizes de deslocamento para que elas passem por toda a operação seguramente.</p>
<p>Sem esse processo, produtos podem ser carregados sem segurança ou boas condições de armazenamento, e veículos podem ter capacidade superada e desempenho afetado — gerando mais desgaste e consumo de combustível.</p>
<p>De forma mais direta em relação aos veículos, planejamento e execução de manutenções, vistorias e cuidados são de extrema importância. Os caminhões mantêm o funcionamento de parte das vendas e, como dissemos, são uma parcela importante e relevante do ativo empresarial.</p>
<h3>Logística</h3>
<p>A logística tem tanta significância quanto o transporte em si. E, às vezes, é o que causa gastos excessivos e demora em concluir as entregas. Porém, com um bom gerenciamento é possível agilizar cargas e descargas, o que qualifica o processo e economiza dinheiro. E todos os envolvidos ganham.</p>
<p>Nesse campo, a coordenação se estende da rapidez às melhores formas e <a href="https://blog.gs1br.org/conheca-7-ferramentas-para-organizar-as-financas-de-pmes/"><u>ferramentas</u></a> para atuação visando a integridade das cargas com manuseios específicos.</p>
<h3>Rotas</h3>
<p>A melhor rota nem sempre é a mais curta — por em geral poupar tempo e combustível. Os bons caminhos são os que apresentam menor possibilidade de causar problemas como acidentes, quebra de peças, engarrafamentos e assaltos.</p>
<p>Planejar e manter controle sobre os dados de trechos longos e curtos para que os riscos sejam reduzidos garante mais segurança aos funcionários que os cumprem, às cargas e aos veículos. Consequentemente, ao negócio e aos seus clientes também.</p>
<p>E fazendo isso, torna-se possível adequar as rotas menos perigosas em diversos sentidos a caminhos que exijam menos quilômetros percorridos e, possivelmente, menos quantidade de combustível.</p>
<p>A gestão riscos, como vimos, afeta diretamente o aumento de segurança e responsável por redução de <a href="https://blog.gs1br.org/novas-tecnologias-ajudam-os-negocios-na-reducao-de-custos/"><u>custos</u></a> e ganho de eficiência e qualidade em transporte.</p>
<p>Gradualmente, tais percepções geram benefícios à frente em ganho de competitividade para a empresa que faz bom gerenciamento das ameaças inerentes a esses processos porque sobram recursos. Além disso, os clientes prezam por transportes ágeis, seguros e inteligentes. E ganhar competitividade no mercado sempre é ótimo, ainda que ocorra como consequência de outro planejamento.</p>
<p>E então, você está fazendo a gestão de riscos na sua empresa? Você acredita que pode aperfeiçoar seus processos logísticos e reduzir algumas despesas? Deixe seu comentário!</p></p>
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		<title>Indicadores de Desempenho para logística: entenda a sua importância</title>
		<link>https://blog.gs1br.org/indicadores-de-desempenho-para-logistica-entenda-sua-importancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A logística de um negócio é sempre acompanhada de processos desafiadores, já que é preciso pensar não apenas internamente, mas ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A logística de um negócio é sempre acompanhada de processos desafiadores, já que é preciso pensar não apenas internamente, mas também na entrega satisfatória do produto ao cliente.</p>
<p>A busca por melhorias contínuas, por sua vez, só é possível quando é aliada a uma análise relevante de dados que mostra o que vem — e o que não vem — funcionando nesse sentido. É nesse momento em que surgem os Indicadores de Desempenho para logística, que representam formas de medição relevantes.</p>
<p>Você está com dificuldades em dimensionar ou entender a performance da logística em seu negócio? Não sabe como tirar o maior proveito possível de suas operações de distribuição? Então acompanhe o post e descubra como os Indicadores de Desempenho poderão ser muito importantes para a sua empresa!</p>
<h2>O que são os Indicadores de Desempenho para logística?</h2>
<p>Os Indicadores de Desempenho ou performance ou ainda KPIs são formas de medir determinados resultados de um negócio que são considerados cruciais para o seu sucesso.</p>
<p>Quando se fala em Indicadores de Desempenho para logística, sobressaem-se aqueles que demonstram o sucesso do setor em colocar em prática seus diferentes processos.</p>
<p>Os índices servem para medir o nível de serviço dos diferentes processos logísticos. Eles apontam situações cruciais que devem ser observadas pela gestão.</p>
<h2>Como definir Indicadores de Desempenho para logística?</h2>
<p>A definição desses indicadores está intimamente ligada às características do negócio. Um mesmo indicador pode ser muito relevante para um negócio e, ao mesmo tempo, não ser tão interessante para outra composição logística.</p>
<p>Em geral, para sua definição é preciso levar em consideração questões como o <a href="https://blog.gs1br.org/como-o-controle-de-estoque-impacta-diretamente-nos-lucros-da-empresa/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">estoque</a>, o transporte e a segurança de cargas.</p>
<p>Se o transporte é feito pelo modal rodoviário, é essencial considerar como Indicadores de Desempenho não apenas a taxa de atrasos, mas também a taxa de incidentes com a carga, por exemplo.</p>
<p>Da mesma forma, se você tiver um grande volume de materiais no estoque e/ou itens com muito valor agregado, será necessário se preocupar ainda mais com indicadores, como o volume de estoque ao final do dia ou o número de movimentações realizadas, de modo a evitar perdas e desvios.</p>
<p>É fundamental que os KPIs reúnam duas características simultâneas em sua definição: que sejam simples e facilmente entendidos e, também, altamente relevantes para o negócio. Garantindo isso, a coleta de informações será muito mais adequada.</p>
<h2>Qual a importância dos Indicadores de Desempenho para a logística?</h2>
<p>Usar esses indicadores é fundamental para qualquer negócio que quer ter uma logística de qualidade e em contínua melhora. Veja só alguns benefícios:</p>
<h3>Identificação dos gargalos de qualidade</h3>
<p>Se a sua gestão define que a taxa de entregas atrasadas é um indicador relevante e se esse número está elevado, há a indicação de que existe um problema no processo de entrega.</p>
<p>Pode ser que a rota esteja mal planejada, que o veículo seja inadequado ou, simplesmente, que a área de entrega seja maior do que a sua empresa consegue efetivamente atender.</p>
<p>Seja qual foi o motivo, o indicador aponta um gargalo de qualidade que, a partir dessa identificação, pode ser trabalhado e otimizado.</p>
<h3>Melhora dos resultados logísticos</h3>
<p>A identificação e a otimização de gargalos de qualidade têm justamente o efeito aumentar a qualidade dos serviços de logística como um todo.</p>
<p>Com o acompanhamento contínuo desses indicadores, você pode empreender melhorias, como o uso de softwares de gestão logística, treinamento aos colaboradores ou uso de <a href="https://www.gs1br.org/codigos-e-padroes/comecando-a-usar-codigo-de-barras?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">códigos de barras</a> para monitorar a entrada e saída do estoque.</p>
<p><div class="rock-convert-banner"><a href="https://www.gs1br.org/precisocodigobarras?utm_medium=rock-convert" target="_blank" class="rock-convert-cta-link" data-cta-id="2341" data-cta-title="[RC] Solicite código de barras"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="728" height="90" src="https://blog.gs1br.org/wp-content/uploads/2016/12/Cod-Barra-GS1.png" class="attachment-full size-full" alt="" title="[RC] Solicite código de barras" srcset="https://blog.gs1br.org/wp-content/uploads/2016/12/Cod-Barra-GS1.png 728w, https://blog.gs1br.org/wp-content/uploads/2016/12/Cod-Barra-GS1-300x37.png 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></div></p>
<p>O resultado é que a logística fica mais eficiente, mais produtiva e também mais barata, já que um número menor de erros e atrasos equivale a menos custos.</p>
<h3>Apoio à tomada de decisão</h3>
<p>Esses indicadores têm o importante papel de fornecer um dos fatores mais importantes para qualquer gestão: a informação. É por meio de dados concretos e relevantes que você ganhará um direcionamento estruturado a respeito da logística.</p>
<p>Sabendo o que funciona e o que precisa ser mudado por meio desses indicadores, sua gestão consegue ser mais assertiva na atuação logística, otimizando a alocação de recursos e gerando vantagens competitivas.</p>
<h3>Favorecimento da segurança</h3>
<p>O monitoramento de Indicadores de Desempenho para logística também é importante para a segurança de todo o processo de maneira geral. Um indicador de estoque, por exemplo, ajuda a evitar perdas, desvios ou faturamentos incorretos.</p>
<p>Um indicador relacionado à carga ajuda a encontrar as melhores rotas e a fazer o melhor planejamento, de modo a evitar roubos que são comuns no transporte rodoviário. No geral, isso diminui a exposição da empresa a prejuízos, o que favorece seus resultados.</p>
<h3>Aumento da satisfação do consumidor</h3>
<p>O uso de Indicadores de Desempenho, por si só, não tem influência e nem gera efeito para o cliente final. Contudo, a análise dos resultados desses indicadores e, principalmente, as decisões tomadas baseadas nesses dados geram um aumento do nível de qualidade da logística.</p>
<p>Se a taxa de entregas é elevada e otimizada após a sua percepção, isso significa que mais clientes estão recebendo os produtos dentro do prazo estipulado. Como resultado da diminuição dos atrasos, eles ficam mais satisfeitos com o serviço prestado pela sua empresa.</p>
<h3>Aumento da capacidade de atendimento da sua empresa</h3>
<p>Quando a logística se torna mais eficiente e há uma <a href="https://blog.gs1br.org/novas-tecnologias-ajudam-os-negocios-na-reducao-de-custos/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">redução dos custos</a>, você passa a dispor de mais recursos para investimentos. Isso significa que sua empresa pode se tornar mais robusta, inclusive do ponto de vista logístico.</p>
<p>Como resultado, você pode passar a atender mais clientes ou escalar os seus processos, de modo a absorver uma fatia de mercado cada vez maior. Com a análise contínua dos indicadores, é fácil identificar pontos que precisam de atenção de modo a sustentar o crescimento da sua empresa.</p>
<h2>Quais Indicadores de Desempenho para logística podem ser acompanhados?</h2>
<p>Há uma série de Indicadores de Desempenho que podem ser acompanhados em uma empresa para monitorar as operações logísticas. Entretanto, para que eles possam mesmo ser úteis no aprimoramento dos resultados, devem estar alinhados às necessidades e estratégias do negócio.</p>
<p>Entre os principais KPIs logísticos, podemos citar:</p>
<h3>Acuracidade de inventário</h3>
<p>A acuracidade de <a href="https://blog.gs1br.org/estender-1000-o-que-e-inventario-de-estoque-e-por-que-voce-deve-comecar-a-fazer-ja/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">inventário</a> está relacionada à organização do estoque na empresa. Quanto maior for esse percentual, maior é a coerência entre as informações do estoque físico (quantidades de itens) e do contábil (dados contidos no sistema).</p>
<p>Para elaborar esse indicador, é necessário avaliar o resultado do balanço feito no estoque. A partir daí, consegue-se saber a incidência de falhas — como extravios, avarias, obsolescências, entre outras.</p>
<p>Acompanhar esses dados é importante para que o gestor conheça a dimensão do problema da falta de organização e quais ações precisam ser tomadas para saná-lo. Além disso, as informações referentes ao estoque no sistema são usadas para diversos fins — que vão desde a verificação da disponibilidade (pelo setor de vendas), até a análise do volume de saídas (para que o setor de compras possa realizar aquisições mais acertadas).</p>
<p>Sendo assim, já que os dados são usados para tomar decisões importantes, o ideal é que o percentual de acuracidade seja o maior possível.</p>
<h3>Nível médio de estoque</h3>
<p>O nível médio de estoque permite acompanhar as quantidades médias disponíveis de cada item, de forma que seja o ideal para evitar excessos e faltas de produtos para a venda. Para saber qual é o nível adequado, deve-se fazer um acompanhamento da demanda, analisar o prazo médio de entrega dos fornecedores, o índice de produtividade e a disponibilidade dos itens.</p>
<p>É importante monitorar essa informação constantemente, para que a composição do estoque seja condizente com a realidade do negócio. Por um lado, quantidades excedentes causam elevação dos custos operacionais, além de aumentar as chances de haver perdas e avarias.</p>
<p>Por outro, as faltas podem prejudicar o atendimento de pedidos e perdas nas vendas. Consequentemente, prejudica-se a experiência dos clientes com o negócio — causando insatisfação — e diminuem-se as chances de fidelizá-los.</p>
<h3>Índice de atendimento de pedidos</h3>
<p>O indicador de atendimento de pedidos determina qual é o percentual de pedidos efetuados que são atendidos de acordo com a composição atual do estoque. Em outras palavras, é a capacidade de atender às demandas do mercado.</p>
<p>Quanto maior for o percentual, mais coerente com a realidade do seu negócio o nível de estoque está. Isso quer dizer que as chances de perder vendas por falta de itens é um risco consideravelmente pequeno.</p>
<h3>Nível de serviço de entregas</h3>
<p>O nível de serviço de entregas é um indicador utilizado para identificar qual é o percentual de entregas realizadas dentro do prazo, com relação ao total de pedidos enviados no mesmo período.</p>
<p>Se esse número está aquém do esperado, é sinal de que existem problemas com a gestão de transporte — que pode ser desde o planejamento de rotas até a ineficiência da transportadora (caso o serviço seja terceirizado).</p>
<p>Como é um processo que está diretamente ligado aos clientes e afeta diretamente o grau de satisfação deles, é preciso monitorar esse KPI de perto e buscar ações que podem ajudar na solução dos problemas identificados.</p>
<h3>Índice de avarias e extravios</h3>
<p>Uma avaria consiste no dano — amassado, arranhão e quebra, por exemplo — que é causado na carga em algum momento, que pode ser no manuseio ou no transporte. Já o extravio é quando a carga “desaparece” antes que chegue ao seu destino final (o que gera <a href="https://blog.gs1br.org/como-o-rastreamento-de-produtos-reduz-reclamacoes-no-sac/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=rc_blogpost">reclamações dos clientes</a>).</p>
<p>Esses problemas podem ocorrer tanto dentro da empresa quanto no transporte. Em ambos os casos é necessário acompanhar as informações, identificar as causas e definir soluções, uma vez que essas falhas provocam prejuízos financeiros para a empresa.</p>
<p>No caso de ocorrer externamente (durante as entregas), esse dispêndio é ainda maior, já que gera o custo de devolução (no caso das avarias), do tratamento de um novo pedido e de uma reentrega. Isso sem contar a insatisfação do cliente com a demora para receber o produto.</p>
<h3>Lead time do pedido</h3>
<p>O lead time do pedido consiste no acompanhamento do tempo total que a demanda de um cliente leva para ser concluída, desde o momento em que a solicitação é gerada pelo vendedor até a hora que ela é entregue. Nesse caso, esse KPI vai além do controle do prazo de transporte e contempla, também, as etapas internas.</p>
<p>É importante acompanhar esse indicador para identificar falhas nos processos da empresa. Existem muitos casos em que se acredita que o problema está no atraso no transporte, quando, na verdade, a demora se inicia ainda na separação dos pedidos — em decorrência de alta demanda, ou de furos no estoque que atrasam a identificação dos itens.</p>
<p>Em outras palavras, essas informações permitem que o gestor visualize em que ponto o gargalo se encontra, qual etapa consome mais tempo, quais precisam de melhorias e o que deve ser feito para reduzir esse número — o que melhora o tempo de atendimento ao cliente.</p>
<h3>Custos logísticos</h3>
<p>Acompanhar os custos é fundamental para que eles sejam bem controlados e não fujam do limite ideal para manter uma operação. O excesso de gastos em uma operação logística comprometem a lucratividade, além de ser um sintoma de ineficiência dos processos — o que torna a criação de medidas de redução crucial para o sucesso do negócio.</p>
<p>Entre os principais custos que podem ser acompanhados, podemos citar:</p>
<ul>
<li>
<p>custo de frete sobre as vendas;</p>
</li>
<li>
<p>custo de frete por pedido;</p>
</li>
<li>
<p>custo das avarias e extravios;</p>
</li>
<li>
<p>custo de reentregas;</p>
</li>
<li>
<p>custo de devoluções;</p>
</li>
<li>
<p>custo das perdas de estoque.</p>
</li>
</ul>
<p>A partir do momento em que o gestor monitora essas informações, ele consegue saber melhor onde estão os gargalos, quais estão além do limite previsto no orçamento, quais são supérfluos e quais soluções podem ser adotadas sem prejudicar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos ao cliente.</p>
<p>Os Indicadores de Desempenho para logística são fundamentais para o sucesso e melhoria contínua da qualidade desses processos, favorecendo os resultados do seu negócio. Só é necessário ter o cuidado de escolher bem quais deles serão acompanhados, visto que o excesso de controles pode gerar informações que não são relevantes e não levam a lugar algum.</p>
<p>E você, tem mais alguma dúvida sobre o assunto? Aproveite para usar o espaço de comentários e nos conte se você utiliza algum indicador do tipo para os processos logísticos da sua empresa! Participe da conversa.</p>
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		<title>Monitoramento de Carga: 7 dicas para um transporte mais seguro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2016 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operações logísticas não são simples e, com bastante frequência, precisam do apoio de um gerenciamento de riscos adequado — que ... </p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/monitoramento-de-carga-7-dicas-para-um-transporte-mais-seguro/">Monitoramento de Carga: 7 dicas para um transporte mais seguro</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Operações logísticas não são simples e, com bastante frequência, precisam do apoio de um gerenciamento de riscos adequado — que ajuda a identificar os possíveis problemas que podem ocorrer em um processo e as ações que podem eliminá-los, ou pelo menos, minimizar seus impactos.</p>
<p>No que diz respeito ao transporte, esse cuidado pode ser tomado por meio do monitoramento de cargas. Confira, a seguir, alguns riscos inerentes ao processo de entregas, a importância de monitorar os veículos e como isso pode ser feito!</p>
<h2>Quais são os principais problemas que podem ocorrer no transporte de carga?</h2>
<p>Existem algumas falhas internas — como atrasos, avarias e extravios, por exemplo — que podem ocorrer em decorrência de alguns gargalos nos processos, mas que afetam os resultados da área de logística e podem impactar na satisfação dos clientes e na relação que eles têm com a empresa.</p>
<p>Porém, existem fatores externos que são mais graves, tanto no que diz respeito à ocorrência, quanto em relação aos prejuízos que eles podem causar. Dentre eles, podemos citar os roubos, furtos, sequestros de veículos e acidentes de trânsito, por exemplo. Estima-se que apenas as <a href="http://www.jj.com.br/noticias-34797-roubo-de-cargas-aumenta-10--no-brasil"><u>ocorrências de roubo causaram um prejuízo de R$ 1,12 bilhão em 2015</u></a> — um aumento de 10% com relação ao ano de 2014.</p>
<p>Nem sempre é possível prever quando esses problemas vão acontecer, ou mesmo fazer a prevenção deles. Mas o monitoramento de cargas ajuda, e muito, a contornar algumas situações e evitar que as consequências sejam ainda piores.</p>
<h2>Qual é a importância do monitoramento de cargas?</h2>
<p>Além de ajudar a analisar se o planejamento de rotas é cumprido pelos motoristas, essa atividade ajuda a acompanhar, em tempo real, o status de cada transporte. Isso permite que o gestor tenha conhecimento a respeito de qualquer ocorrência que possa afetar os resultados previstos e ainda oferecer suporte para que os clientes tenham ciência da situação de suas cargas.</p>
<p>O monitoramento também auxilia na prevenção e redução de roubos, furtos e sequestros de veículos que podem ocorrer nas estradas. Mesmo que não seja uma ação de prevenção, existem soluções que podem ser implantadas e ajudam na localização dos veículos — o que contribui para ajudar nas investigações policiais.</p>
<h2>Como é possível realizar o monitoramento e o transporte de forma mais eficaz?</h2>
<p>Para que o monitoramento e o transporte de carga sejam realizados da melhor forma possível, aumentando a segurança, é necessário adotar ações que começam antes mesmo de o processo de entrega iniciar e contemplam controles mesmo depois de finalizado. Confira algumas delas:</p>
<h3>1. Contratação de um seguro da carga</h3>
<p>Mesmo que não seja uma medida de realizar o monitoramento de cargas, ou inibir alguma ação, a contratação de um seguro ajuda a minimizar os danos e perdas decorrentes de um sinistro. Dessa forma, sempre que houver uma ocorrência, o seguro pode ser acionado e a empresa pode ser indenizada de acordo com o valor apontado nas notas fiscais das mercadorias.</p>
<h3>2. Treinamento dos motoristas</h3>
<p>Essa também é uma ação que visa à prevenção de perdas. O treinamento dos motoristas envolve orientações a respeito da direção segura, tempo de descanso necessário, alimentação adequada, dicas de segurança, o limite de peso de carga, a importância de seguir o planejamento de rotas e de reportar qualquer ocorrência imediatamente, por exemplo.</p>
<p>Enquanto a questão das rotas facilita o monitoramento, as demais ajudam a prevenir acidentes com o motoristas, terceiros, ou com a carga.</p>
<h3>3. Check list nos veículos</h3>
<p>Por mais que a empresa adote uma política de manutenções periódicas, vale a pena realizar check lists nos veículos antes de cada viagem. Isso inclui a conferência do limite de peso, de excesso de cargas, a calibragem dos pneus e se todos os documentos estão em ordem, por exemplo.</p>
<p>Além de evitar possíveis problemas mecânicos que podem ocorrer, essas medidas ajudam a evitar acidentes — como tombamentos, por exemplo — ou mesmo atrasos e multas ocasionados por documentação errada ou incompleta.</p>
<h3>4. Planejamento de rotas</h3>
<p>O planejamento de rotas, já citado anteriormente, é uma das atividades mais importantes no transporte de cargas. Além de contribuir para a <a href="https://blog.gs1br.org/novas-tecnologias-ajudam-os-negocios-na-reducao-de-custos/"><u>redução de custos</u></a>, ele otimiza o roteiro de entregas e, ainda, facilita o monitoramento de cada veículo que está em trânsito. Assim, caso alguma haja alguma ocorrência, é possível saber, com maior precisão, onde ela aconteceu.</p>
<h3>5. Rastreamento dos veículos</h3>
<p>Equipar os veículos com GPS e realizar o rastreamento dos transportes em tempo real é uma das formas mais eficazes do monitoramento de cargas. Por meio dessa ação, você consegue saber qual é a localização de cada veículo com a maior precisão possível, o que permite acompanhar o status de cada entrega, além de ajudar a identificar o local das ocorrências.</p>
<p>Essa <a href="https://blog.gs1br.org/5-metodos-de-rastreabilidade-que-podem-ajudar-sua-empresa/"><u>rastreabilidade</u></a> também pode ser alcançada por meio de câmeras, que são instaladas no veículo e ajudam a identificar ocorrências e os responsáveis, ou mesmo o comportamento dos colaboradores, por exemplo.</p>
<h3>6. Monitoramento de ocorrências</h3>
<p>Atualmente, é possível contar com a tecnologia para manter contato com os motoristas. Sendo assim, cada vez que há uma ocorrência, o funcionário pode entrar em contato com a empresa e relatar o acontecimento e sua localização.</p>
<p>No caso de uma quebra, por exemplo, para que o motorista não passe muito tempo sozinho na beira da estrada, você — sabendo da informação em tempo real — pode enviar outro veículo para realizar o transbordo e seguir o transporte, no menor tempo possível, minimizando os riscos.</p>
<h3>7. Contato com o cliente</h3>
<p>Outra forma de realizar o monitoramento de cargas e garantir que a entrega foi realmente feita ao cliente é solicitando um aceite formal. Além de ser feito por meio da assinatura dos documentos, pode ser solicitado que o consumidor entre em contato com a central, relatando que o pedido foi entregue, sem avarias ou extravios, por exemplo.</p>
<p>Como podemos ver, o monitoramento de cargas é muito importante para que os gestores consigam planejar melhor suas ações e minimizem a possibilidade de os riscos se concretizarem. Porém, para que o transporte seja feito com a maior segurança possível, é preciso ir além de adotar soluções que ajudem no rastreamento dos veículos. Nesses casos, o planejamento, assim como ações de prevenção, são fundamentais.</p>
<p>O que achou do post de hoje? Suas dúvidas a respeito do monitoramento de cargas foram esclarecidas? Utilize os comentários para compartilhar suas experiências, opiniões, ou deixar alguma questão. Participe!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FCL: significado e utilização no transporte internacional de cargas</title>
		<link>https://blog.gs1br.org/fcl-e-lcl-entenda-o-que-significam-no-transporte-de-cargas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GS1 Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[FCL]]></category>
		<category><![CDATA[LCL]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O FCL (Full Container Load), ou contêiner completo, é uma modalidade de transporte marítimo em que a carga ocupa todo ... </p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/fcl-e-lcl-entenda-o-que-significam-no-transporte-de-cargas/">FCL: significado e utilização no transporte internacional de cargas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>FCL (Full Container Load)</b><span style="font-weight: 400;">, ou </span><b>contêiner completo</b><span style="font-weight: 400;">, é uma modalidade de transporte marítimo em que a carga ocupa todo o espaço de um </span><b>contêiner exclusivo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muito usado no </span><b>comércio exterior</b><span style="font-weight: 400;">, o FCL é uma das formas mais eficientes de movimentar mercadorias em grande escala.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha entre </span><b>FCL e LCL (Less than Container Load)</b><span style="font-weight: 400;"> é estratégica: pode impactar custos, prazos, segurança e até a rastreabilidade da </span><b>logística internacional</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), mais de </span><b>80% do volume global de mercadorias</b><span style="font-weight: 400;"> passa por </span><b>frete marítimo</b><span style="font-weight: 400;">, grande parte em contêineres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao entender </span><b>quando usar FCL</b><span style="font-weight: 400;"> e as diferenças em relação ao LCL, sua empresa ganha previsibilidade, reduz riscos e assegura competitividade nas operações internacionais.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Principais caraterísticas do FCL</span></h2>
<ul>
<li><b>Exclusividade</b><span style="font-weight: 400;">: contêiner exclusivo reservado para um único embarcador.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
<li><b>Segurança</b><span style="font-weight: 400;">: lacre na origem e abertura apenas no destino, reduzindo riscos.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
<li><b>Controle de prazos</b><span style="font-weight: 400;">: sem consolidação ou desconsolidação, o trânsito é mais rápido.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
<li><b>Custos proporcionais ao volume</b><span style="font-weight: 400;">: investimento inicial maior, mas custo unitário menor em grandes escalas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
<li><b>Flexibilidade de carga</b><span style="font-weight: 400;">: adequado para produtos homogêneos, de alto valor ou que exigem cuidados especiais.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O FCL também reduz o risco de contaminação cruzada, comum em cargas consolidadas (LCL).</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">FCL vs LCL: entendendo as diferenças</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O LCL (Less than Container Load) ou “carga consolidada” é a modalidade em que diferentes embarcadores compartilham um mesmo contêiner. Essa opção é adequada para cargas de menor volume, mas torna o processo logístico mais complexo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das principais </span><b>diferença FCL e LCL</b><span style="font-weight: 400;"> são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>tempo de trânsito</b><span style="font-weight: 400;"> — FCL é mais ágil, pois não requer consolidação. Já o LCL depende de reunir cargas de diferentes embarcadores;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>manuseio</b><span style="font-weight: 400;"> — o FCL envolve menos etapas, enquanto o LCL pode demandar abertura do contêiner para separar cargas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>custos</b><span style="font-weight: 400;"> — o LCL tem custo inicial menor, ideal para pequenas cargas, mas pode sair caro em grandes volumes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>segurança</b><span style="font-weight: 400;"> — o FCL é mais seguro, já que o </span><b>contêiner exclusivo</b><span style="font-weight: 400;"> permanece lacrado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>prazo de entrega</b><span style="font-weight: 400;"> — no LCL, atrasos de um embarcador podem impactar todos os demais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão entre FCL e LCL deve considerar não apenas o custo imediato, mas também fatores como risco, valor da mercadoria e urgência de entrega.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quando optar pelo FCL?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Full Container Load</b><span style="font-weight: 400;"> é indicado em situações específicas, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">quando o volume de carga se aproxima ou preenche a capacidade total de um </span><b>contêiner completo</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">para mercadorias de alto valor, que demandam maior segurança;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">em cargas sensíveis a prazos, que não podem sofrer atrasos de consolidação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">quando há necessidade de transporte de produtos homogêneos em grande quantidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">em operações nas quais a rastreabilidade e o controle da </span><b>logística internacional</b><span style="font-weight: 400;"> são prioritários.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo prático é o envio de produtos farmacêuticos ou eletrônicos de alto valor. Nesses casos, a previsibilidade e o baixo risco de contaminação cruzada tornam o FCL a melhor opção.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quando optar pelo LCL?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O LCL se torna vantajoso quando:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o volume da carga não justifica o custo de um </span><b>contêiner exclusivo</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o embarcador busca reduzir despesas iniciais em pequenos envios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a mercadoria pode tolerar prazos mais longos de </span><b>frete marítimo</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">há flexibilidade em relação ao tempo de chegada e manuseio da carga;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a estratégia da empresa envolve envios recorrentes de pequenos lotes.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É o caso, por exemplo, de empresas que estão iniciando operações de exportação e enviam apenas amostras ou pequenas quantidades de produtos. O LCL viabiliza a operação sem necessidade de arcar com os custos de um contêiner inteiro.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">FCL e LCL no Conhecimento de Embarque (Bill of Lading)</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Conhecimento de Embarque (Bill of Lading — B/L) é o documento que formaliza a responsabilidade sobre a carga durante o </span><b>transporte marítimo</b><span style="font-weight: 400;">. Nele, podem ser identificadas quatro combinações possíveis:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>FCL/FCL</b><span style="font-weight: 400;"> — carga em </span><b>contêiner exclusivo</b><span style="font-weight: 400;"> desde a origem até o destino;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>LCL/LCL</b><span style="font-weight: 400;"> — carga compartilhada em toda a rota;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>FCL/LCL</b><span style="font-weight: 400;"> — embarcador único na origem, mas com desconsolidação no destino;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>LCL/FCL</b><span style="font-weight: 400;"> — cargas diferentes consolidadas na origem, mas entregues exclusivamente no destino.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada configuração define responsabilidades de exportadores, importadores e transportadores, além de implicações para seguros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de danos, o FCL garante clareza sobre responsabilidades, enquanto o LCL pode gerar disputas entre partes.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O papel dos contêineres no FCL</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os contêineres são a base estrutural dessa modalidade de </span><b>frete marítimo</b><span style="font-weight: 400;">. Os principais tipos usados no </span><b>Full Container Load</b><span style="font-weight: 400;"> são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Dry Container (20’ e 40’)</b><span style="font-weight: 400;"> — para cargas secas e gerais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Reefer (Refrigerado)</b><span style="font-weight: 400;"> — para alimentos, medicamentos e produtos que exigem temperatura controlada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Open Top</b><span style="font-weight: 400;"> — para mercadorias muito altas ou que não cabem pela porta padrão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Flat Rack</b><span style="font-weight: 400;"> — para cargas pesadas, como maquinários.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada tipo de </span><b>contêiner completo</b><span style="font-weight: 400;"> possui capacidade de volume (em m³) e peso (em toneladas) definida, o que influencia diretamente no planejamento da </span><b>logística internacional</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, existem contêineres especiais para cargas perigosas (IMO), que seguem regulamentações específicas para segurança e podem ser contratados em operações de importação FCL ou exportação FCL.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Procedimentos logísticos no FCL</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo de </span><b>importação FCL</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>exportação FCL</b><span style="font-weight: 400;"> segue etapas bem definidas:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>reserva do contêiner</b><span style="font-weight: 400;"> junto à companhia marítima;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>retirada do contêiner vazio</b><span style="font-weight: 400;"> e transporte até o local de carga;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>estufagem da carga</b><span style="font-weight: 400;"> (carregamento dentro do contêiner);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>lacração</b><span style="font-weight: 400;"> e emissão do conhecimento de embarque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>transporte até o porto</b><span style="font-weight: 400;"> de origem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>embarque no navio</b><span style="font-weight: 400;"> e transporte internacional;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>desembarque no porto de destino</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>retirada do contêiner</b><span style="font-weight: 400;"> e entrega ao importador;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>devolução do contêiner vazio</b><span style="font-weight: 400;"> após a descarga.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse fluxo reforça a importância da rastreabilidade, evitando custos adicionais como </span><b>demurrage</b><span style="font-weight: 400;"> (multa por devolução tardia).</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O padrão GS1 e sua aplicação no FCL</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A GS1 Brasil, como parte da rede global de padronização, desempenha papel essencial no </span><b>transporte marítimo</b><span style="font-weight: 400;">, inclusive no </span><b>Full Container Load</b><span style="font-weight: 400;">. Um dos recursos mais relevantes é o </span><a href="https://gs1br.org/sscc?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><b>SSCC (Serial Shipping Container Code)</b></a><span style="font-weight: 400;">, que atribui um identificador único a cada unidade logística, como paletes e contêineres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse código permite rastrear a carga em tempo real, do embarque à entrega final, integrando informações de diferentes sistemas e parceiros comerciais. Além disso, padrões como GTIN (para produtos) e GLN (para locais) garantem que cada etapa da movimentação ocorra de forma transparente, eficiente e segura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adotar padrões GS1, sua empresa assegura:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>rastreabilidade global</b><span style="font-weight: 400;"> — acompanhamento detalhado da carga em todo o trajeto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>eficiência operacional</b><span style="font-weight: 400;"> — redução de erros e retrabalho em conferências;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>segurança</b><span style="font-weight: 400;"> — prevenção contra extravios, avarias e fraudes;</span></li>
</ul>
<p><b>conformidade regulatória</b><span style="font-weight: 400;"> — alinhamento às exigências internacionais de </span><b>comércio exterior</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O post <a href="https://blog.gs1br.org/fcl-e-lcl-entenda-o-que-significam-no-transporte-de-cargas/">FCL: significado e utilização no transporte internacional de cargas</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.gs1br.org">GS1 Brasil</a>.</p>
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