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A gestão de um negócio exige coragem para tomar uma série de decisões. Algumas delas se refere a investimentos ou à concentração de esforços para atender a necessidades que, num primeiro momento, aparentam ser oportunidades incríveis. Porém, como saber se essa ação tem realmente o potencial de ser tão lucrativa quanto parece? A solução pode ser a realização de um estudo de mercado.

E você, já passou por esta situação? Já ficou indeciso quanto à direção a tomar em relação ao futuro da empresa? Gostaria de conhecer métodos para identificar oportunidades de forma mais precisa, apontar dificuldades que serão enfrentadas e conseguir expandir seu negócio com mais segurança?

Então continue a leitura deste post! Nele, nós vamos mostrar os 6 cuidados essenciais para que um estudo de mercado o ajude a tomar a decisão correta para alavancar o sucesso do seu negócio!

O que é um estudo de mercado?

Em primeiro lugar, é importante entender do que estamos falando. Muito utilizado no universo do marketing, esse tipo de estudo é um conjunto de atividades realizadas para identificar tendências de mercado.

Por meio de procedimentos específicos, objetiva-se antever as vendas de determinadas mercadorias, estudar a variação de preços de certos produtos e identificar necessidades e nichos de mercado que precisam de atendimento e são, portanto, boas oportunidades de investimento.

Com isso, espera-se encontrar áreas de atuação em que é possível obter resultados compensadores para empresas ou investimentos públicos e evitar projetos que já iniciam destinados ao fracasso.

Como conduzir um estudo de mercado?

Agora, então, vamos entender o que precisa ser levando em consideração para produzir um estudo de mercado que aponte previsões úteis e precisas:

1. Tenha perguntas claras

Antes de elaborar o estudo, é preciso ter em mente exatamente que respostas espera obter. Então, o que espera descobrir? Separamos alguns exemplos.

  • Gostaria de abrir uma loja de motos em minha cidade e quero saber se ainda há espaço neste mercado específico. Há muita procura ou os comerciantes locais já enfrentam uma demanda menor que a oferta?

  • Já possuo um comércio, fiz uma campanha de marketing e quero saber se ela atingiu o meu público-alvo.

  • Pretendo lançar um produto novo. Quero saber como será a experiência do consumidor e sua aceitação.

  • Tenho uma escola particular de Ensino Fundamental em um bairro da cidade e quero saber quantos pais de crianças de 4 a 10 anos conhecem a minha instituição e que imagem têm a respeito dela.

Quando a pesquisa não tem esse direcionamento, ela vai procurar algo difícil de ser encontrado, como a expressão “agulha no palheiro”, mas com um agravante — sem saber o que é uma agulha. Ou seja, as chances de sucesso são mínimas.

2. Segmente

Outro aspecto importante é segmentar a pesquisa definindo parâmetros geográficos e demográficos. Para isso, é importante que você tenha em mente o perfil ideal do cliente.

Os parâmetros geográficos dizem respeito à região de atuação da empresa ou sua possível instalação. Já os parâmetros demográficos mostram quem é o consumidor: seu gênero, renda média, hábitos de compra, constituição familiar, onde ele costuma comprar etc.

Dessa forma, o estudo pode fornecer uma estimativa do número de pessoas que compõem o mercado que você pretende atingir.

3. Selecione a amostra cuidadosamente

Mesmo que você queira pesquisar toda uma região, não será possível entrevistar cada pessoa. Portanto, será necessário definir uma amostra.

O tamanho dela vai variar de acordo com os recursos disponíveis e a profundidade do estudo. Porém, faça-o com a maior quantidade de pessoas possível, pois isso aumenta a exatidão dos resultados.

Vale lembrar que quantidade não significa qualidade. É importante que a amostra tenha a mesma composição do público-alvo. Não adianta escolher um grupo de pessoas aleatoriamente. O ideal é um sistema de quotas — nele, a amostra possui as mesmas características da população a estudar.

Portanto, se o seu público é composto majoritariamente por mulheres, na faixa dos 30 a 45 anos, com uma faixa de renda específica, é importante que a sua amostra também tenha essa composição.

Entre as características destacadas podem estar variáveis como o sexo, a idade, o nível de instrução, a faixa de renda, se trabalham ou não fora de casa, se possuem filhos ou não, o poder decisor de compra etc.

4. Procure identificar as preferências do seu público-alvo

Esse é um aspecto muito importante para qualquer pesquisa. Lembre-se que seu objetivo é oferecer o que as pessoas desejam, então vale a pena descobrir quais são as expectativas delas em relação aos produtos.

Portanto, de acordo com o perfil estipulado, tente descobrir os aspectos que fariam diferença na hora da compra: trata-se de um produto mais popular? Então descubra se a sua clientela prefere um preço mais baixo. A partir daí, procure trabalhar formas de reduzir custos.

Sua clientela é um pouco mais sofisticada? Então talvez seu interesse se manifeste por produtos diferenciados, mesmo que o preço seja mais alto. Nesse caso, uma embalagem nobre e ingredientes seletos podem ser a estratégia para alcançar esse público.

O que é realmente importante é detectar os motivos que levam esta clientela a comprar: é o preço? A qualidade? A marca? O atendimento ao cliente? A rapidez na entrega?

5. Observe as tendências apontadas pelos concorrentes

Assim como você, seus concorrentes também estão de olho no mercado. Portanto, uma forma interessante de saber como ele se comporta é observar as tendências que essas empresas competidoras apontam.

Lógico que esse não deve ser o único método para conhecer o mercado. Se apostar apenas nisso, estará sempre atrasado em relação aos seus concorrentes. Porém, é importante não se descuidar desse aspecto. Surgiu uma novidade? Esteja atento!

6. Busque métodos que ofereçam dados concretos

Tão importante quanto definir o que quer saber é encontrar a maneira ideal para coletar essas respostas. No mercado, as formas mais comuns são o questionário e a entrevista.

Enquanto a entrevista exige a aplicação por parte de um entrevistador, seja pessoalmente ou por telefone, o questionário permite outros procedimentos. Nesse caso, ele pode ser respondido diretamente pelo cliente ou potenciais consumidores, até mesmo pela internet.

Qual é a vantagem de cada um dos métodos?

O questionário é mais específico, fácil de aplicar e principalmente de tabular as respostas. Sua única desvantagem é não permitir que o pesquisado emita outras opiniões, o que pode incluir a perda de um feedback valioso para levantar problemas ou sugestões nas quais você não havia pensado.

A entrevista, por outro lado, tem essa vantagem: suas perguntas são mais abertas e o pesquisador pode elaborar questões complementares, de acordo com a participação do entrevistado. No entanto, a aplicação e o levantamento dos dados são mais trabalhosos e demorados.

Algumas empresas optam por realizar essas entrevistas coletivamente. A colaboração entre os participantes gera ideias complementares que enriquecem bastante a pesquisa. Porém, elas também têm um fator complicador: alguns entrevistados podem ser influenciáveis e, por pressão do grupo, expressar opiniões diferentes daqueles que realmente possuem.

Com o estudo de mercado em mãos, você já tem a ferramenta necessária para fazer um bom plano de negócios e garantir a expansão de sua empresa! Quer saber como elaborar um? Então corra lá no nosso post e confira!

 

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