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Você sabe dizer como está a real saúde financeira de sua empresa? Tem total conhecimento sobre o fluxo de caixa do seu negócio?

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Saber responder a essas perguntas é crucial para um empreendedor de sucesso. Isso porque a má saúde financeira de um empreendimento está diretamente ligada ao mau controle do fluxo de caixa. Afinal, a relação entre entrada e saída de dinheiro em determinado tempo é o indicador essencial do equilíbrio nas contas na sua empresa.

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Mas, o que fazer para evitar o desequilíbrio do fluxo de caixa? E se os negócios andam mal, ainda há tempo de reverter? Não se preocupe: abaixo listamos algumas situações que você, empreendedor, deve evitar. Confira!

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Operação não lucrativa

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Não é incomum encontrar empresários que perpetuam práticas que não são lucrativas. Essa informação pode soar estranha, mas é muito comum no mercado. Muitas vezes isso acontece porque o empreendedor insiste em estratégias comerciais ultrapassadas — no caso de empresas familiares com anos de tradição — ou mesmo por falta de experiência ou preparo de gestão quando o negócio tem poucos anos de estrada.

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Persistir em jogadas não lucrativas pode estar relacionado também com o perfil do empresário. Seja por orgulho em não admitir o erro ou até por preguiça em implementar mudanças na sua empresa.

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Despesas elevadas com a administração

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É uma das causas mais comuns de desequilíbrio no fluxo de caixa e pode ser facilmente identificada. Até porque não há mistério: se a retirada mensal está além da arrecadação da empresa, isso constitui um problema de gestão.

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Porém, há algumas situações mais específicas. Por exemplo, a maioria das empresas que trabalham com exportação de produtos tem despesas elevadas com administração por conta da contratação de atravessadores. Eles atuam como ponte entre a empresa que trabalha na fabricação de produtos e aquela responsável por colocar o código de barras na produção.

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Claro, é essencial que todo empreendedor que precisa vender para o varejo, exportar ou embalar produtos de forma profissional tenha um código de barras, já que ele é a melhor forma de rastrear seu produto. Porém, manter os serviços do atravessador só aumenta ainda mais os custos com a administração, sendo um gasto supérfluo, já que você, empresário, pode negociar diretamente com a empresa que registra o código de barras no produto.

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Diminuição repentina das vendas

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Vários fatores podem levar a essa situação indesejada: concorrência, sazonalidade, inadimplência e a situação da economia do país. A duração dessa queda nas vendas é, na verdade, o fator que mais preocupa.

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Porém, sendo passageira ou não, ela pode prejudicar, e muito, o equilíbrio no fluxo de caixa. Em casos que persistem, se você não tiver jogo de cintura em conquistar novo público consumidor ou se adaptar de alguma outra forma, o rombo pode ser maior do que a sua empresa possa suportar. Por isso, fique atento às oscilações no mercado, seja inovador e atue estrategicamente para evitar a queda nas vendas. Promoções são boas formas de continuar fidelizando e atraindo clientes em épocas de crise!

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Erro na formação do preço de venda

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É um indicativo de outro problema grave na gestão da empresa. Quando não calculados os verdadeiros custos de produção, como o material, mão de obra, marketing e logística de transporte, o resultado é um preço de venda que não faz jus aos gastos ou que simplesmente não gera lucro.

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Um dos maiores motivos que levam os empresários a cometer esse erro é estabelecer um preço de venda baseado somente no preço do concorrente. Outra situação também comum acontece com empresas que revendem produtos. Algumas calculam o lucro apenas com uma porcentagem definida em cima do preço adquirido do fornecedor. Assim, se esquecem de adicionar os custos reais ao preço final da mercadoria.

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E os erros na formação do preço de venda não param por aí. Empresários com pouca experiência em exportação, o que é o caso de muitos que estão começando vender seus produtos no e-commerce, pecam em não adicionar os gastos despendidos com regras de exportação (normas internacionais de embalagens e códigos de barra). Assim, fornecem um produto com preço bem abaixo do que seria necessário para lucrar.

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Descontos ou concessões mal planejados

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Muitos empreendedores cometem esse erro sob a ilusão de que descontos e concessões aos clientes aumentarão os lucros. Isso porque imaginam que o volume de vendas será maior. Porém, nem sempre o preço em conta é o que atrai o consumidor.

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Muitas vezes, esses descontos ou concessões são mal planejados. Não se leva em conta o estoque, por exemplo: se é uma mercadoria com boa saída não faz sentido vender por um preço mais baixo, não é mesmo? Outro erro de planejamento é não considerar a sazonalidade. Assim, alguns empreendedores acabam estabelecendo promoções nas melhores épocas do ano para venda do produto, o que reduz o lucro.

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Além disso, a maioria esquece que o desconto nada mais é que reduzir sua margem de lucro, e se não é bem calculado leva até ao lucro zero. Numa visão ainda mais pessimista, pode levar ao prejuízo.

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Falha na reposição do estoque

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Outra peça-chave do empreendedorismo é conhecer seu estoque. Aqueles que não acompanham os itens que mais saem ou os que ficam por mais tempo encostados, terminam por estabelecer uma logística falha de reposição de mercadorias.

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Assim, é comum, por exemplo, que os produtos mais procurados pelos clientes estejam sempre em falta enquanto a quantidade de mercadorias com pouca rotatividade aumenta no estoque. Se o fluxo de saída dos produtos não está ajustado à reposição, estamos diante de outro indício de má gestão de seus negócios.

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Endividamento

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É o indicador mais forte de que a saúde financeira da empresa não está nada bem. Além disso, está diretamente relacionado a todos os outros fatores que levam ao desequilíbrio no fluxo de caixa.

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Seja por um investimento que não deu certo ou até mesmo uma crise econômica generalizada, quanto maior o endividamento da empresa, maior será a pressão sob o fluxo de caixa.

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E agora, está preparado para evitar todas essas situações e manter seu fluxo de caixa em perfeito equilíbrio? Então que tal acessar nosso outro post e aprender a cuidar ainda mais da saúde financeira do seu negócio?

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