A evolução dos padrões de identificação de produtos: uma jornada pela história dos códigos de barras

Você já se perguntou como o comércio funcionava antes dos códigos de barras? Estando consolidados no mercado mundial por mais de cinco décadas, hoje é realmente difícil imaginar um mundo em que as pessoas não contavam com essa tecnologia para identificar seus produtos. Contudo, até a metade do século XX ainda funcionavam dessa forma!

Antes dos códigos de barras, não existiam padrões tecnológicos para fins de gestão e organização logística, então o comércio funcionava, mas sempre envolvendo altos riscos de falhas e prejuízos. A contagem dos estoques precisava ser manual, o que exigia várias pessoas para o trabalho e, geralmente, interrompia o fluxo de vendas por dias. Tudo era mais difícil, mas, de repente, o cenário foi transformado por completo.

Entenda qual foi a jornada dos códigos de barras na história e como as tecnologias de identificação de produtos evoluíram com o passar dos anos: 

História do código de barras

Apesar dos códigos de barras só terem sido lançados comercialmente na década de 1970, sua origem data de muito antes: foi em 1932 que surgiu seu primeiro conceito teórico. Entretanto, foi só em 1948 que os primeiros protótipos começaram a ser desenvolvidos pelo engenheiro Bernard Silver, que escutou o apelo do dono de uma rede de supermercados. O homem implorava para que fosse desenvolvido um método que facilitasse a gestão de mercadorias e formas de pagamento.

A partir disso, foram direcionados esforços no setor de pesquisa para a criação de um padrão que atendesse a essa demanda. Em junho de 1974, esse feito finalmente se tornou realidade e o primeiro código de barras foi escaneado em uma loja de Ohio, nos Estados Unidos. O primeiro produto a registrar esse avanço histórico foi uma simples goma de mascar!

No Brasil, os códigos de barras chegaram alguns anos depois, em 1983. A organização responsável na época era chamada de Associação Brasileira de Automação Comercial (ABAC), que posteriormente passou a se intitular EAN Brasil e, por fim, GS1 Brasil. Pouco a pouco, a GS1 foi estabelecendo suas sedes ao redor do mundo e espalhando o padrão definitivo para identificação de produtos.

A evolução do código de barras

A solução desenvolvida na década de 1970 foi tão eficaz que permanece imutável até hoje! Os mesmos códigos de barras que foram introduzidos nas embalagens dos produtos há 50 anos continuam dominando o mercado atualmente, fornecendo uma série de informações valiosas sobre as mercadorias e, no cenário atual, contribuindo com a automação de processos.

Diante de um padrão tão eficiente quanto esse, nunca existiu uma necessidade de se inventar outros – apenas de aprimorar suas funções e torná-lo ainda mais completo. Já na década de 1990, começaram a ser realizadas novas pesquisas em torno de como aumentar a capacidade de armazenamento dos códigos de barras. Foi assim que surgiu o primeiro código bidimensional, em 1994.

Os códigos 2D se diferem justamente por terem duas dimensões ao invés de uma, permitindo colocar todo tipo de informação em seu conteúdo, além da possibilidade de escaneá-los de formas diferentes. Essa tecnologia só passou a ser propriamente utilizada nos últimos anos, quando finalmente evoluiu ao ponto que conhecemos, se tornando os famosos QR Codes.

Hoje, os códigos 2D não substituem os tradicionais, mas servem de complemento. Por serem escaneados por leitores de imagens, eles possibilitam aos consumidores acessarem conteúdos exclusivos sobre os produtos, além de dados mais básicos que também podem ser acessados pelos códigos 1D. É nesse ponto que a tecnologia de identificação de produtos se encontra hoje: em um patamar mais rápido, mais prático e muito mais acessível!

É papel da GS1 Brasil oferecer essas duas tecnologias de ponta para todos os nossos associados, garantindo um padrão único e insubstituível no mercado. Para saber mais sobre como solicitar o seu código de barras, acesse nosso site!

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