Inspire-se na história de 5 mulheres empreendedoras de sucesso

Inspire-se na história de 5 mulheres empreendedoras de sucesso

Por muito tempo, o mundo dos negócios foi dominado pelos homens. Enquanto a sociedade esperava que as mulheres ficassem em casa cuidando dos filhos e do marido, eles tinham passe livre — privilégios e suporte feminino — para empreender.

Mas o jogo, felizmente, virou. Cada vez mais, figuras femininas têm ganhado destaque quando o assunto é business. São mulheres empreendedoras, de histórias inspiradoras, que batalharam e ainda batalham para transformar seus sonhos em negócios rentáveis e bem-sucedidos.

Em comum, elas têm determinação de sobra e investiram pesado na profissionalização dos seus produtos e serviços para conquistarem o mercado. Trilhando caminhos marcados pelo trabalho árduo e busca por conhecimento, elas são exemplos para outras mulheres e suas trajetórias estão cheias de ensinamentos valiosos.

Fizemos, aqui, uma seleção de 5 mulheres empreendedoras. É fácil notar que elas são tão comuns quanto incríveis, assim como você!

Ana Lúcia Fontes

Trabalhando há 17 anos como executiva de uma grande empresa, ela tomou uma decisão corajosa e que já passou pela cabeça de várias mulheres: pediu demissão do emprego estável para procurar outro caminho que a fizesse feliz.

Ana se permitiu uma temporada para se dedicar à família e até tentou novamente um emprego em outra empresa. Porém, acabou chegando à conclusão de que era hora de criar seu primeiro negócio.

E foi durante um curso de capacitação para mulheres empreendedoras, o 10.000 Mulheres, que Ana se deu conta de que não era a única com dificuldades em empreender. Da sua inquietação, veio a ideia: em 2010, ela criou a Rede Mulher Empreendedora, espaço virtual dedicado ao empreendedorismo feminino.

Reunindo notícias, informações, dicas e discussões sobre o tema, a rede atua unindo e apoiando mulheres empreendedoras de todo o Brasil, já ultrapassando a marca de 36 mil cadastrados no site.

Zica Assis

Heloísa Assis, conhecida como Zica, é mais um exemplo de como a própria experiência cotidiana pode ser um gatilho para empreender. A carioca, que nunca foge da lida e já trabalhou como babá e faxineira, estava insatisfeita com os produtos disponíveis no mercado para seus fios cacheados e fez da dificuldade o seu negócio.

Zica investiu em um curso de cabeleireira no intuito de criar sua própria fórmula de sucesso para manter os fios de maneira natural. E ela conseguiu: em pouco tempo, conseguiu atrair a atenção das pessoas mais próximas para sua criação.

Em 1993, com mais três sócios, ela abriu seu primeiro salão, o Instituto Beleza Natural, especializado no cuidado de cabelos crespos e ondulados usando produtos de fabricação própria. A notícia se espalhou, os clientes chegaram em peso, foram fidelizados e Zica conseguiu contribuir para a autoestima de várias mulheres que não se sentiam contempladas pela indústria cosmética.

Atualmente, o negócio se expandiu e conta com mais de 40 endereços espalhados por vários estados do país. Tanto sucesso fez Zica ser incluída na lista das dez empresárias mais poderosas do Brasil, segundo a revista norte-americana Forbes.

Isabella Delorenzo

Formada em Economia, Isabelle Delorenzo trabalhou por mais de 15 anos na área financeira antes de decidir montar seu próprio negócio. Em um de seus empregos, conheceu seu futuro marido e sócio, com quem trocava receitas de bolos e doces de forma despretensiosa.

Mas os agrados viraram uma oportunidade. O casal uniu suas economias para empreender e Isabella pediu demissão do seu trabalho para se dedicar integralmente ao negócio. Com o montante, investiu em especializações e cursos de formação nos Estados Unido no intuito de desvendar a arte do brownie e aprender sobre marketing voltado para a gastronomia.

Quando voltou para o Brasil, ela fundou, em 2009, a The Brownie Shop, um e-commerce pioneiro especializado na venda de brownies artesanais. A escolha pela loja virtual significou economia no investimento inicial, já que Isabella não precisou arcar com as despesas da montagem de uma loja física.

Aos poucos, com boas estratégias de logística e gerenciamento, a empreendedora conseguiu vencer a desconfiança do público e as vendas permitiram que ela montasse um ateliê para comercialização dos quitutes. Hoje, a The Brownie Shop conta com quatro endereços físicos e Isabella é exemplo do quanto um negócio virtual pode se expandir.

Mary Kay Ash

Nem só de inspirações nacionais é feita nossa lista. Afinal, há mulheres empreendedoras estrangeiras com trajetórias marcantes e sucesso inquestionável. Um dos exemplos mais expressivos vem dos Estados Unidos, mais precisamente do Texas: Mary Kay Ash.

Nascida em 1918 em uma família não rica, ela se casou aos 17 anos e teve três filhos em seguida. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando seu marido foi lutar no confronto, ela se desdobrou em várias funções para sustentar sua família, trabalhando como vendedora de livros de porta em porta.

Quando o companheiro retornou, o casal se divorciou e Mary começou a trabalhar na empresa Stanley Home Products, dedicando a ela 25 anos de sua vida. Ao ver um homem mais jovem e menos qualificado, que ela mesma havia treinado, ser promovido em seu lugar, ela resolveu deixar a companhia.

Depois de escrever um livro para ajudar mulheres a ter sucesso no mercado de trabalho, Mary percebeu que havia montado um plano de negócios completo. Então, em 1963, resolveu arriscar todas as suas economias (US$ 5 mil) para iniciar um negócio no ramo de cosméticos.

Sim, é ela quem fundou a famosa e bem-sucedida Mary Kay, que hoje vende produtos em mais de 35 países e possui força de vendas que supera 2 milhões de pessoas. Mary morreu em 2001, mas seu legado segue prosperando.

Barbe-Nicole Ponsardin

A francesa Barbe-Nicole Ponsardin, nascida em 1777, ficou conhecida na história como a “viúva Clicquot” ou a “grande dama do Champanhe”. Casada com François Clicquot, ela sempre mostrou interesse pelos negócios da família e encontrou no marido um professor de conhecimentos sobre uvas, fermentação e transporte de mercadorias.

Quando François morreu, em 1805, ela tomou as rédeas dos negócios. Até então, a companhia se dividia entre serviços bancários, comércio de lã e fabricação de bebidas, mas foi sob sua tutela que a empresa passou a se dedicar apenas à produção de champanhe.

Barbe-Nicole é, assim, o nome que consolidou o Veuve Clicquot, bebida distinta e reconhecida mundialmente.

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