Código de barras por produto: entenda como utilizar sem mistérios

O código de barras é um elemento importante para os negócios, especialmente nos dias atuais, em que a automação comercial é cada vez menos um diferencial e mais uma necessidade por parte dos empreendedores.

Porém, o seu uso precisa ser feito de maneira correta e descomplicada, já que somente assim é possível aproveitar os benefícios, como os ganhos em segurança e produtividade. Para tanto, quem ainda não estiver familiarizado totalmente com a solução precisa compreender quais passos devem ser seguidos.

Quando o assunto é o código de barras por produto, é ainda mais importante ficar atento a essas minúcias. No post de hoje, você vai aprender como você pode utilizar esse recurso da maneira mais adequada. Confira!

Como se dá o uso dos códigos de barras?

Os códigos de barras funcionam como se fossem uma espécie de RG para os produtos. A partir da sequência numérica aliada à representação em barras, é possível ter informações sobre o tipo e origem do produto, além de outros dados associados a esse elemento.

Ele serve para facilitar todo o processo de automação comercial ao permitir o registro no ponto de vendas, além de também oferecer mais confiança para quem vende. Grandes clientes, inclusive, exigem o uso desses códigos por parte de seus fornecedores para que haja mais controle e confiabilidade a respeito das informações.

Sendo assim, o uso hoje é praticamente indispensável para qualquer empreendedor que deseja ter um posicionamento de sucesso e aumentar as vendas sem perder o controle.

Qual é o código ideal para cada tipo de produto?

Idealmente, o código de barras mais recomendado para os seus produtos é o EAN-13. Ele conta com 13 dígitos e é universal, garantindo que seus produtos sejam adequados não apenas dentro do país, mas também fora dele.

Porém, caso você pretenda exportar para países como Estados Unidos e Canadá, vale a pena pensar na possibilidade de usar o UPC-A, que contém 12 dígitos. Apesar de ser mais antigo, ele é considerado a forma padrão nos dois países.

Para produtos pequenos, o mais recomendado é o código do tipo DataBar, que tem tamanho reduzido sem perder informações. Já para a logística interna, o TF-14 é o mais indicado. Ele é colocado por fora das caixas de papelão e serve para dar mais visibilidade no que diz respeito à movimentação de lotes de produtos.

Quantos códigos de barras são necessários?

Considerando que um código de barras funciona como se fosse uma espécie de RG, não é possível oferecer a mesma identificação para produtos completamente diferentes. Portanto, é fundamental escolher um código de barras para cada tipo de produto.

Em geral, não é necessário escolher um código de barras para cada unidade, mas, sim, para cada lote ou tipo de produto. Isso permite a identificação de maneira mais facilitada e também garante que não aconteça qualquer tipo de confusão de dados, como um código igual para produtos completamente diferentes.

Isso traz mais segurança para o registro e acompanhamento dos produtos, dando mais controle tanto em relação ao estoque como também quanto às vendas, por exemplo. Para clientes, isso é visto de maneira positiva, especialmente quando o relacionamento é entre duas empresas.

Como utilizar códigos de barras sem mistérios?

Para usar códigos de barras sem mistérios, é necessário ter o planejamento adequado para obter os bons resultados desejados. Para tanto, leve em consideração os seguintes passos:

Entenda as necessidades do seu negócio

O primeiro passo é compreender quais são as necessidades do seu negócio. Considerando o uso para o ponto de vendas, você deve pensar, por exemplo, se o produto vai ser exportado ou não. A partir disso, você vai conseguir identificar se deve usar um EAN-13 ou UPC-A.

Já se o produto for pequeno demais, o DataBar é indicado. Vale lembrar que produtos farmacêuticos têm um código específico.

Além disso, entender as necessidades do seu negócio também significa saber a quantidade de produtos a ser registrada e, portanto, a quantidade de códigos a ser adquirida.

Essa preparação é importante para evitar equívocos e também para melhorar a proteção aos produtos, evitando falsificações. De quebra, ajuda a aumentar a produtividade das transações de compra.

Busque uma entidade emissora

Depois de entender quais são as necessidades por parte do seu negócio, é necessário buscar uma entidade emissora. Ela é responsável por padronizar os códigos de barras e garantir que eles sejam lidos sem problemas.

Você pagará uma taxa de inscrição e de anuidade, dependendo do faturamento e dos tipos de códigos gerados. Para tanto, é necessário enviar documentos referentes à empresa e que comprovem os dados para que a emissão seja autorizada.

A partir daí, você estará plenamente autorizado para fazer o uso dessa ferramenta sem dificuldades em seu negócio.

Tenha os recursos adequados para usar o código de barras

Por mais importante que seja esse código, ele não funciona sozinho. Ele só vai carregar as informações adequadas se contar com um software que seja responsável por gerir esses códigos e armazenar as suas informações. Sendo assim, ele garante que essa ferramenta funcione como o previsto.

Além disso, também é importante contar com uma impressora própria de código de barras ou, então, fazer o envio para uma gráfica. É fundamental que cada produto tenha um código de barras facilmente acessível em sua embalagem, que é o que vai garantir o seu uso adequado.

Não menos importante, é indispensável contar com um leitor de código de barras. Ele será responsável por interpretar e armazenar as informações transmitidas por esse elemento gráfico, como no ponto de vendas, garantindo o registro da maneira correta.

O código de barras por produto ajuda a identificar itens de maneira prática e segura, além de aumentar a produtividade. Tudo isso, inclusive, pode ajudar a aumentar as vendas — mas, para tanto, é necessário seguir as etapas para usar esse recurso sem mistérios e com o máximo de resultados.

 

 

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