6 dicas para quem pretende empreender na crise

Nenhum empreendedor é obrigado a gostar da crise, mesmo que seu negócio esteja crescendo em um ritmo rápido. No entanto, a crise econômica pode deixar de ser vilã e se tornar uma oportunidade, principalmente para quem souber diversificar as áreas de atuação dentro do contexto da empresa.

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O fato é que quando a economia vai mal, o mercado naturalmente filtra aqueles que não oferecem bons produtos e serviços. O mesmo acontece com as companhias que não estão bem estruturadas financeiramente ou em termos de processo.

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Por outro lado, empreender na crise dá muitas chances para que você se destaque. Com uma dose extra de estudo do mercado e um pouco de criatividade, é possível chegar bem longe mesmo em um cenário de incerteza.

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Confira, a partir de agora, algumas dicas para encontrar oportunidades em meio à crise!

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1. Valorize as prioridades

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O momento atual é de arrumar a casa. Isso vale para o governo, mas também para as famílias brasileiras. Nessas horas, as pessoas cortam gastos supérfluos, repensam seus custos e focam no que é realmente importante.

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Não é por acaso que muitas empresas de alimentação e educação crescem durante a crise. A alimentação é uma necessidade constante. Já a educação é a porta para se qualificar e, consequentemente, fugir da crise ou se proteger dela.

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O mesmo vale para produtos e serviços que mexem com o lado afetivo de quem paga a conta. É o caso das petshops, onde os donos de cães e gatos não deixam de investir para ver seu animal feliz e bem cuidado.

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Portanto, procure pensar o que você tem a oferecer de essencial para o consumidor. Ao mesmo tempo, pergunte-se quais são os investimentos prioritários para a sua empresa existir e procure cortar gastos desnecessários.

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2. Aproveite para investir

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As crises oferecem grandes oportunidades, inclusive para quem pretende enriquecer. É nessas épocas que os preços de diversos ativos caem, incluindo imóveis, ações e até empresas já estruturadas.

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Warren Buffet, considerado por muitos como o maior investidor de todos os tempos, afirmou que a causa mais comum dos preços baixos é o pessimismo.

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O fato é que crises vêm e vão. Pensando nisso, a pergunta que fica é a seguinte: quando a crise passar e os preços subirem, qual dos seus ativos terá se valorizado?

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Pode ser a sua empresa, um produto do portfólio ou até mesmo o terreno onde seu negócio está sediado. Se você não tem ativo nenhum, está perdendo uma oportunidade.

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3. Capriche no marketing

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Um dos grandes erros que mata oportunidades é cortar verbas de marketing. Muitos pequenos e médios empresários, após pararem de divulgar sua marca, culpam a crise pela queda nos resultados. Mas será mesmo que ela é a única responsável?

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O raciocínio é simples: se ninguém ficar sabendo do seu produto ou serviço, como você espera que as pessoas comprem de você?

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Portanto, esse é o momento de ser criativo. Em vez de simplesmente cortar investimentos, procure apostar em alternativas que trazem um ROI (retorno sobre investimento) mais elevado.

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É o caso das campanhas de marketing digital e, mais especificamente, de inbound marketing. Elas custam muito menos do que a publicidade tradicional, mas possuem uma alta capacidade de segmentação, fazendo com que você atinja os consumidores certos.

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4. Cuide das finanças

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Se você vai começar uma empresa na crise, comece na maneira certa. E para quem já está empreendendo, nada melhor do que aproveitar esse momento para colocar tudo nos eixos.

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A gestão financeira do seu negócio é fundamental. Nunca abra mão do fluxo de caixa, mesmo que você atue como MEI e não tenha a obrigação de fazer o registro.

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Procure também trabalhar com uma segunda planilha, o fluxo de caixa projetado. Essa é uma ótima alternativa para prever todas as contas a pagar e a receber, monitorando o médio e longo prazo.

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Além disso, converse sempre com seu contador para evitar erros, encontrar oportunidades de melhoria e projetar o crescimento do negócio. Pagar menos impostos do que é devido pode resultar em multas graves, ao mesmo tempo em que pagar mais impostos do que o necessário é inaceitável.

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5. Pense no bolso do cliente

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Essa é a hora de criar serviços, produtos e oportunidades que deem ao seu cliente a chance de economizar.

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Um exemplo são os serviços de consertos. Quando as contas apertam, a maior parte das pessoas prefere consertar produtos que já possui a comprar novos itens. É o caso dos celulares smartphone.

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Outro exemplos que se encaixa nesse contexto são os serviços de aluguel, incluindo roupas para festas, carros, espaços de coworking, equipamentos audiovisuais, entre tantos outros.

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Na crise, muitas pessoas preferem alugar um objeto a investir dinheiro em algo que não sabem quando usarão novamente. Isso também vale para profissionais, como músicos e fotógrafos. Ao optar pelo aluguel, o profissional só precisa investir quando tem um contrato fechado e sabe que terá retorno garantido.

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6. Busque inspiração para empreender na crise

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Falar de inspiração pode parecer clichê, porém esse é um ponto fundamental. Existe uma infinidade de livros, filmes, documentários, cursos e eventos para você aproveitar. Essa é a hora de ouvir quem acredita no mesmo que você, ou seja, quem sabe que empreender em meio à crise é possível. Deixe de lado conselhos e conversas que coloquem você para baixo, mesmo que eles venham de pessoas queridas.

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O primeiro objetivo dessa busca é conquistar motivação. Sem ela nada acontece. É a sua motivação que vai fazer você continuar nos momentos difíceis, sejam eles relacionados à economia ou à sua vida pessoal.

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Já o segundo propósito de buscar inspiração é obter conhecimento prático de pessoas que já trilharam o caminho que você deseja. Nesse momento, você deve aprender com os acertos e erros de outros empreendedores, de preferência aqueles que atuam em um segmento semelhante.

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Se por um lado empreender na crise traz muitos desafios, esse contexto também prepara você para qualquer cenário. Quem empreende na crise é obrigado a ter mais organização, resiliência e criatividade. O resultado disso são empresas que já nascem fortes e que têm muito mais chances de resistir ao longo do tempo.

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Gostou deste post? Então aproveite a visita ao blog para saber como se adequar às exigências do mercado do varejo no Brasil!

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